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Mesmo não sendo considerada a data com mais força no calendário varejista, o Dia dos Pais acompanha o aquecimento econômico brasileiro. A Antilhas já registrou crescimento da produção em relação aos números de 2009.

Para atender essa forte demanda o parque industrial da Antilhas vem antecipando suas produções para esta data. Além disso, a empresa adquiriu novos equipamentos e ampliou sua estrutura de funcionários. Só para dar uma dimensão do crescimento deste ano, a Antilhas produzirá cerca de 7 milhões de embalagens específicos para Dia dos Pais só nos seus três principais clientes de cosméticos e perfumaria, que projetam um aumento entre 25% a 30% no volume de negócios.

As lojas masculinas especializadas, que consideram a segunda principal data no calendário, também sentiram esse aumento. “Um indicador desse crescimento é avaliado através de alguns clientes que dobraram a produção de embalagens para o Dia dos Pais” pontua João Élcio, gerente de vendas operacional da empresa.

Algumas explicações para essa aceleração do setor é o crescimento da classe C, que amplia as oportunidades de consumo para uma parcela da população que até então não o realizava ou não com tanta freqüência. Além disso, tem também a expansão do crédito no Brasil.

Segundo João Élcio, para as tendências de layout permanecem as cores frias agregadas aos acabamentos diferenciados, como metalizados e verniz fosco, além de acessórios. “Os consumidores do setor de vestuário são os que mais percebem o valor agregado das embalagens. Uma bonita embalagem para presente já faz uma grande diferença. Por isso, a Antilhas está alinhada a essas necessidades e elabora projetos diferenciados”, explica.

A Antilhas contempla em seus projetos as exigências feitas pelos clientes varejistas, seja em relação à funcionalidade da embalagem, facilidade de manuseio, pouco volume em estoque, alta qualidade de acabamento, uma vez que, o apelo visual é relevante para seu consumidor. “O tempo que o vendedor leva para montar uma embalagem poderia ser revertido em vendas, por exemplo”, acrescenta Cláudia Sia, coordenadora de marketing da Antilhas.

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Elegância nas prateleiras

Icone Embalagem, Sem Categoria, insumos | Por Margaret em 2 de julho de 2010

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O laticínio Müller Italy adotou uma embalagem premium para a linha de iogurte Crema di Yogurt que está disponível em nove sabores. Omuller novo copo de polipropileno (PP), excepcionalmente decorado, foi desenvolvido pela Gizeh, agora apresenta um visual elegante na prateleira de refrigerados. A embalagem termoformada de 500 gramas é decorada com rótulo sleeve de OPS.

Anteriormente, a linha de iogurtes era comercializada em copos de poliestirenos impressos. O desafio mais importante foi redesenhar a embalagem, destacando a alta qualidade do iogurte. Isso foi considerado, já que é uma característica do mercado italiano que oferece margens melhores de vendas que outros países da Europa.

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Livros da Fundação Paula Souza serão feitos com plásticos reciclados
A Vitopel, terceira maior produtora de filmes flexíveis, que detém a tecnologia mundial para produzir papel sintético a partir de plásticos reciclados, vai fornecer 170 toneladas desse material, que tem o nome comercial de Vitopaper®, para a impressão de 261 mil livros didáticos da Fundação Paula Souza. Os livros serão disponibilizados para as escolas técnicas e FATECs do Estado de São Paulo. O material, feito a partir de plásticos reciclados do pós-consumo, como embalagens plásticas, rótulos e sacolas plásticas é o primeiro produto, no mundo, com esta tecnologia de usar como matéria prima lixo plástico reciclado. (veja foto do produto no anexo)
A fabricação do papel sintético (Vitopaper®) utiliza a tecnologia aplicada na produção de filmes flexíveis de polipropileno – usados em rótulos, embalagens de alimentos e bebidas, pet food, indústria gráfica, entre outros. Segundo o presidente da Vitopel José Ricardo Roriz Coelho, o diferencial deste produto é que sua tecnologia permite a reutilização de diferentes tipos de plásticos que seriam destinados ao lixo. “Para cada tonelada de Vitopaper® produzido, retiramos das ruas e lixões cerca de 850 quilos de resíduos plásticos”, conclui o executivo.
O resultado é um material de alta qualidade visual, resistente, similar ao papel “couché”, que permite a escrita manual com canetas esferográficas, canetas de ponta porosa ou lápis, e a impressão pelos processos gráficos editoriais usuais, como off-set plana ou rotativa.
Reciclagem infinita. Outra vantagem do produto é no processo de impressão, que absorve menos tinta, gerando uma economia ao redor de 20% em relação a outros materiais. Com textura agradável ao toque e extremamente resistente, o Vitopaper® não molha, não rasga e pode ser reciclado inúmeras vezes. Quando, por exemplo, os livros que serão produzidos pela Fundação estiverem com o conteúdo defasado, poderão ser reciclados novamente para produzir novos livros.
A Vitopel investe anualmente cerca de US$ 2 milhões em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e detém outras patentes de produtos criados para diversos mercados.. A empresa conta com o único centro de pesquisa para desenvolvimento desta tecnologia na América Latina.
Lançado no Mercado em meados de 2009, a Vitopel produziu mais de mil toneladas deste papel e trabalha este ano para triplicar a produção. O Vitopaper® pode ser utilizado para impressão de livros técnicos e científicos, livros didáticos, livros de arte, material corporativo institucional (Relatório Anual de empresas), peças para o mercado promocional e de comunicação visual.

livro_vitopaperA Vitopel, terceira maior produtora de filmes flexíveis, que detém a tecnologia mundial para produzir papel sintético a partir de plásticos reciclados, fornecerá 170 toneladas desse material, que tem o nome comercial de Vitopaper®, para a impressão de 261 mil livros didáticos da Fundação Paula Souza.

Os livros serão disponibilizados para as escolas técnicas e FATECs do Estado de São Paulo. O material, feito a partir de plásticos reciclados do pós-consumo, como embalagens plásticas, rótulos e sacolas plásticas é o primeiro produto, no mundo, com esta tecnologia de usar como matéria prima lixo plástico reciclado.

A fabricação do papel sintético (Vitopaper®) utiliza a tecnologia aplicada na produção de filmes flexíveis de polipropileno – usados em rótulos, embalagens de alimentos e bebidas, pet food, indústria gráfica, entre outros. Segundo o presidente da Vitopel José Ricardo Roriz Coelho, o diferencial deste produto é que sua tecnologia permite a reutilização de diferentes tipos de plásticos que seriam destinados ao lixo. “Para cada tonelada de Vitopaper® produzido, retiramos das ruas e lixões cerca de 850 quilos de resíduos plásticos”, conclui o executivo.

O resultado é um material de alta qualidade visual, resistente, similar ao papel “couché”, que permite a escrita manual com canetas esferográficas, canetas de ponta porosa ou lápis, e a impressão pelos processos gráficos editoriais usuais, como off-set plana ou rotativa.

Reciclagem infinita

Outra vantagem do produto é no processo de impressão, que absorve menos tinta, gerando uma economia ao redor de 20% em relação a outros materiais. Com textura agradável ao toque e extremamente resistente, o Vitopaper® não molha, não rasga e pode ser reciclado inúmeras vezes. Quando, por exemplo, os livros que serão produzidos pela Fundação estiverem com o conteúdo defasado, poderão ser reciclados novamente para produzir novos livros.

A Vitopel investe anualmente cerca de US$ 2 milhões em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e detém outras patentes de produtos criados para diversos mercados.. A empresa conta com o único centro de pesquisa para desenvolvimento desta tecnologia na América Latina.

Lançado no Mercado em meados de 2009, a Vitopel produziu mais de mil toneladas deste papel e trabalha este ano para triplicar a produção. O Vitopaper® pode ser utilizado para impressão de livros técnicos e científicos, livros didáticos, livros de arte, material corporativo institucional (Relatório Anual de empresas), peças para o mercado promocional e de comunicação visual.

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Basf reposiciona negócio global de pigmentos

Icone insumos, negócios | Por Margaret em 12 de abril de 2010

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A Basf está reposicionando o negócio global de pigmentos. Com a aquisição da Ciba, a empresa química agora tem um amplo portfólio, bem como uma variedade única de tecnologias e know-how de produção. Depois uma profunda análise das operações combinadas, a empresa decidiu eliminar produtos específicos e adaptar a capacidade de produção para mercados em desenvolvimento. Como conseqüência, aproximadamente 500 dos atuais 2900 empregados na produção mundial de pigmentos serão cortados. A medida começa a ser implementada este ano e deve ser concluída até 2013.

“Em seis plantas localizadas nas Américas do Norte e do Sul, bem como na Europa, nós vamos fechar as plantas de produção individual. Em outras seis fábricas na Ásia e na Europa, vamos expandir a capacidade existente ou usá-las melhor”, explica Markus Kramer, presidente da divisão de Dispersão & Pigmentos da Basf.

Na Europa, aproximadamente 320 funcionários serão dispensados até 2013. Essa medida vai afetar, principalmente, as plantas de Paisley, Grã-Bretanha, e Grenzach, Alemanha. Cerca de 90 empregados serão cortados na América do Sul, na planta fabril, de Guaratinguetá (SP), no Brasil. O excedente nas fábricas da América do Norte, em Louisville, Kentucky, e Elyria, Ohio, totalizando 80 posições.
”Vamos oferecer aos nossos clientes tempo suficiente para se ajustarem às mudanças. Nosso time de marketing e vendas, bem como a equipe de serviços técnicos dará o suporte aos clientes durante todo os processos necessários”, sublinha Kramer.

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Marcada para o período de 18 a 20 de maio de 2010, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, a Expoalumínio 2010 (Exposição Internacional do Alumínio) conta com a participação de grandes nomes da indústria. Entre os novos expositores, estão: Rio Tinto Alcan, Alcoa, Vale, Rodorei, Conai, Shockmetais, Wagstaff, Cosa Intermáquinas, GV Alumínios, Novelis do Brasil, Alumínio Belmetal, Incotep e Metlsaw systems.

Organizada pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) e Reed Exhibitions Alcantara Machado, a Expoalumínio 2010 (Exposição Internacional do Alumínio) deve receber um público de aproximadamente 6 mil visitantes, do Brasil e do exterior.

Simultaneamente à Espoalumínio serão realizados o IV congresso internacional do alumínio e o X Seminário Internacional de Reciclagem do Aluminio.

O congresso trará em sua grade a apresentação de mais de 100 trabalhos científicos, divididos em sessões técnicas – Processos de Transformação (Fundição / Extrusão / Tratamento de Superfície / Redução / Laminação, Estampagem e Usinagem), Desenvolvimento Sustentável, Refratários, Redução e Desenvolvimento de Novos Produtos -, além de workshops sobre Construção Civil, Automotivo e Transporte, e Mudanças Climáticas.

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A Plastivida lembra que é direito da população exigir sacolas plásticas fabricadas em conformidade com a norma ABNT para a segurança das compras e a redução do uso excessivo.
A Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos vem lembrar à população que é seu direito exigir sacolas plásticas feitas com a qualidade determinada pela  Norma Técnica ABNT NBR-14.937.
Quando a sacola é produzida de acordo com a Norma, ela fica mais resistente e garante que o consumidor possa carregar suas compras com segurança. E há ainda outra vantagem: com sacolas resistentes, que trazem impresso o Selo de Qualidade que informa o peso que podem suportar (6,0 kg), não há necessidade de se colocar uma dentro da outra para levar as compras ou usar a metade de sua capacidade, reduzindo o desperdício. Portanto, exija sacolas plásticas com o Selo de Qualidade. Esse é um direito seu!
A Plastivida tem trabalhado em todo o Brasil para promover o conceito dos 3R’s: Reduzir , Reutilizar e Reciclar. “Principalmente no caso das sacolas plásticas, a entidade acredita que será através da conscientização de todos sobre a importância de ações responsáveis no consumo e no descarte que alcançaremos o equilíbrio entre a economia, o conforto da população e a preservação ambiental”, afirma Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da entidade.
Com pouco mais de dois anos, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, criado pela indústria do setor, já conta com a participação de três dos seis grandes grupos varejistas do Brasil, de inúmeras outras redes, além do apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e de suas congêneres estaduais.
Voltado para a conscientização da população sobre uso responsável e descarte adequado de sacolas plásticas, o Programa já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas. Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e a estimativa para 2009 é termos atingido 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora. Hoje, o Programa está em vigor em São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Brasília (DF). E chegará, este ano, a Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MT), Recife (PE) e Belo Horizonte (MG).
Econômicas, resistentes, práticas, higiênicas e inertes, as sacolas plásticas são reutilizáveis e 100% recicláveis. Por isso, 100% das donas de casa reutilizam as sacolinhas para embalar o lixo doméstico, 75% são a favor do seu fornecimento pelo varejo e 71% delas acham que são o meio ideal para transportarem as compras, como mostra pesquisa Ibope. Dessa forma, o consumidor que exige sacolas plásticas com o Selo de Qualidade, além de garantir a integridade de suas compras, também reduz o uso excessivo. Isso, aliado à destinação correta dessas embalagens (a reutilização e a reciclagem), irá resultar em benefício ao consumidor e ao meio ambiente.

Na última semana, a Plastivida divulgou texto em que apela aos consumidores que exijam sacolas plásticas fabricadas em conformidade com a norma ABNT para a segurança das compras e a redução do uso excessivo. Segue:

A Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos vem lembrar à população que é seu direito exigir sacolas plásticas feitas com a qualidade determinada pela  Norma Técnica ABNT NBR-14.937.

Quando a sacola é produzida de acordo com a Norma, ela fica mais resistente e garante que o consumidor possa carregar suas compras com segurança. E há ainda outra vantagem: com sacolas resistentes, que trazem impresso o Selo de Qualidade que informa o peso que podem suportar (6,0 kg), não há necessidade de se colocar uma dentro da outra para levar as compras ou usar a metade de sua capacidade, reduzindo o desperdício. Portanto, exija sacolas plásticas com o Selo de Qualidade. Esse é um direito seu!

A Plastivida tem trabalhado em todo o Brasil para promover o conceito dos 3R’s: Reduzir , Reutilizar e Reciclar. “Principalmente no caso das sacolas plásticas, a entidade acredita que será através da conscientização de todos sobre a importância de ações responsáveis no consumo e no descarte que alcançaremos o equilíbrio entre a economia, o conforto da população e a preservação ambiental”, afirma Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da entidade.

Com pouco mais de dois anos, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, criado pela indústria do setor, já conta com a participação de três dos seis grandes grupos varejistas do Brasil, de inúmeras outras redes, além do apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e de suas congêneres estaduais.

Voltado para a conscientização da população sobre uso responsável e descarte adequado de sacolas plásticas, o Programa já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas. Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e a estimativa para 2009 é termos atingido 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora. Hoje, o Programa está em vigor em São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Brasília (DF). E chegará, este ano, a Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MT), Recife (PE) e Belo Horizonte (MG).

Veja também:

Maioria dos supermercados usa sacolas plásticas certificadas, atesta Plastivida

100% das donas de casa reutilizam sacolas plásticas, aponta Ibope


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Oferecendo várias vantagens chaves em relação aos adesivos convencionais, o mercado de adesivos e selantes verdes deve atingir aproximadamente US$ 1,24 bilhões até 2017, de acordo com um estudo realizado pela IntertechPira em parceria com a ASC e a FEICA.

Atualmente, os adesivos naturais representam 5% do mercado total. Mas, esse número pode ser maior, já que há muitos materiais verdes usados como aditivos ou modificadores de formulações de adesivos à base de petróleo. No total, as matérias-primas básicas e os componentes naturais respondem por 30% de todos os componentes usados em formulações de adesivos.

Derivados de amido, como amido puro, amido modificado e dextrina, constituem a maioria dos adesivos naturais usados hoje, respondendo por 65% de participação. A IntertechPira prevê que os adesivos derivados de amido e outras plantas vão experimentar crescimento de um dígito, entre 3% a 4% nos próximos 10 anos, comparado com os 2,7% esperados para os adesivos convencionais.

Considerando os adesivos de amido, espera-se que a maior parte dos desenvolvimentos venha de amidos termoplásticos que podem ser usados como adesivos hot-melt ou transformados em dispersão. Para outros derivados de plantas, como soja e óleo de rícino, há esforços de desenvolvimento na produção de poliol para uso, principalmente, em adesivos poliuretanos e selantes. Similarmente, os derivados de cera também são utilizados como plastificantes em formulações de adesivos hot-melt. Para adesivos naturais que são base de derivados de celulose, três resinas e seus produtos, bem como a borracha natural, vão ter um crescimento baixo.

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Coca-Cola Brasil lança garrafa PET
feita a partir da cana-de-açúcar
•    A PlantBottle é a primeira garrafa PET feita parcialmente de material de origem vegetal
•    Etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo como insumo na nova embalagem
•    PlantBottle reduz em até 25% as emissões de CO² e impulsiona o setor sucroenergético do Brasil
A Coca-Cola Brasil dá o primeiro passo rumo à garrafa sustentável do futuro e torna-se pioneira no lançamento da PlantBottle na América Latina. Trata-se de uma embalagem revolucionária, feita de PET no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo. Por ter origem parcialmente vegetal – 30% à base da planta -, a novidade reduzirá a dependência da empresa em relação aos recursos não-renováveis, além de diminuir em até 25% as emissões de CO².
O lançamento neste dia 25 de março, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, contou com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; do presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa; do vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, Rino Abbondi; do presidente da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Marcos Jank; e da gerente de Operações do Instituto Akatu, Heloisa Mello.
Sem mudança de propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional, a PlantBottle é 100% reciclável e já entra na cadeia de reaproveitamento de materiais consolidada no País desde sua chegada ao mercado. A nova garrafa começará a ser comercializada em abril, inicialmente nas embalagens de Coca-Cola de 500ml e 600 ml, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre.
“Houve uma grande mobilização e investimentos para chegarmos à fórmula da PlantBottle e, com seu lançamento, confirmamos novamente nossa posição de vanguarda na inovação de embalagens. Ao substituir parte do petróleo usado na fabricação do PET por etanol de cana-de-açúcar, um recurso absolutamente renovável e abundante no País, a Coca-Cola Brasil inaugura uma nova era para as embalagens plásticas”, afirma Xiemar Zarazúa, presidente da Coca-Cola Brasil.
Além dos benefícios ambientais – a expectativa é que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo -, o uso da nova garrafa também traz vantagens à economia do Brasil. Segundo Rino Abbondi, vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, “a cana-de-açúcar é a fonte mais eficiente para a fabricação de etanol. Com este quadro, o Brasil coloca-se como futuro exportador de bio-MEG (componente feito com cana de açúcar, usado na PlantBottle), fomentando assim a geração de empregos e alavancando o setor sucroenergético do País. O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e acreditamos que, com isso, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes incentivam as demais indústrias a tomar medidas semelhantes. Vale destacar que 100% das embalagens de PlantBottle de todo o mundo usará etanol brasileiro”.
“Essa é mais uma importante iniciativa de sustentabilidade que a Coca-Cola Brasil abraça. O índice de uso de água é dos melhores do mundo na indústria de bebidas e reduzimos em até 26% o peso de nossas embalagens nos últimos anos. Na área da reciclagem, temos o programa ‘Reciclou, Ganhou’ desde 1996 e, com ele, colaboramos para que o Brasil seja um dos maiores recicladores de embalagens do mundo. Hoje, apoiamos mais de 130 cooperativas de catadores, que geram renda e resgatam a dignidade de milhares de pessoas”, completou Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil.
Cadeia de suprimentos e sustentabilidade
A cana-de-açúcar utilizada para produzir as garrafas PlantBottle provém de fornecedores auditados, que utilizam essencialmente a irrigação natural (chuva) e a colheita mecânica. No Brasil, 99,7% dos campos de cana-de-açúcar estão a pelo menos 2.000 km da Amazônia.
A Coca-Cola Global, assim como a Unica, trabalha com o WWF no programa Better Sugar Initiative, que busca reduzir impactos ambientais e sociais da produção de cana e seu processamento primário. A empresa também aderiu à Sustainable Agriculture Initiative, criada pela indústria alimentar para compartilhar conhecimentos e apoiar o desenvolvimento e implementação de normas internacionais, que envolvam a cadeia de suprimentos agrícolas em direção a uma agricultura sustentável.
Embalagens sustentáveis
Com o desenvolvimento da tecnologia liderado pela The Coca-Cola Company, a PlantBottle é fabricada por um processo inovador de transformação da cana-de-açúcar em um insumo do processo de fabricação do polímero PET. Seu plástico é produzido a partir da reação química de dois componentes: MEG (monoetileno glicol), responsável por 30% de seu peso; e PTA (ácido politereftálico), responsável pelos 70% restantes.
Seguindo uma política mundial da empresa baseada em três “Rs” – Reciclar, Reduzir e Reutilizar -, delineada na plataforma de sutentabilidade Viva Positivamente, o lançamento da garrafa também está alinhado com a campanha “Consumo Consciente de Embalagens”, no Ministério do Meio Ambiente. A campanha oficial tem cunho educacional e sugere atitudes e boas práticas para consumidores e empresas no sentido do uso cada vez mais racional, consciente e responsável das embalagens.
Histórico – Em 2008, a empresa criou a plataforma Viva Positivamente com o objetivo de reunir princípios, valores e áreas de atuação prioritárias para que sua operação continue avançando de forma sustentável. Para isso, foram alinhados sólidos compromissos de caráter ambiental, social e econômico, tanto inerentes à própria operação, como a redução do consumo de água e o desenvolvimento de embalagens sustentáveis, quanto externos como, por exemplo, uma efetiva contribuição para redução da evasão escolar do ensino público fundamental, através dos programas de educação, e o estímulo ao empreendorismo em comunidades da classe C, através do programa Coletivo.
Nos últimos anos, as embalagens de PET reduziram seu peso entre 8% e 26%, dependendo do tamanho. As embalagens de vidro e de alumínio também tiveram seus pesos consideravelmente reduzidos. Outro exemplo é a Minitampa, para garrafas PET, com alturas da tampa e do bocal menores que a do padrão tradicional, diminuindo o consumo da resina derivada de petróleo.
Ainda na área de embalagens, mais um importante passo da Coca-Cola Brasil foi a liderança do processo de aprovação do sistema bottle-to-bottle no Mercosul, que promete revolucionar o mercado brasileiro de reciclagem, uma vez que a resina PET de garrafas pós-consumo será utilizada para a produção de novas embalagens. O sistema bottle-to-bottle está em fase de testes no Brasil, já tendo sido aprovado pela Anvisa.

Garrafa_PlantBottleNa quinta-feira (25), a Coca-Cola Brasil reuniu jornalistas no Rio de Janeiro para falar sobre a o lançamento da PlantBottle na América Latina. Trata-se de uma embalagem revolucionária, feita de PET no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo. Por ter origem parcialmente vegetal – 30% à base da planta -, a novidade reduzirá a dependência da empresa em relação aos recursos não-renováveis, além de diminuir em até 25% as emissões de CO².

O evento contou com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; do presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa; do vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, Rino Abbondi; do presidente da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Marcos Jank; e da gerente de Operações do Instituto Akatu, Heloisa Mello.

Sem mudança de propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional, a PlantBottle é 100% reciclável e já entra na cadeia de reaproveitamento de materiais consolidada no País desde sua chegada ao mercado.

A nova garrafa chega ao mercado a partir desta quinta-feira (1), inicialmente nas embalagens de Coca-Cola de 500ml e 600 ml, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre.

“Houve uma grande mobilização e investimentos para chegarmos à fórmula da PlantBottle e, com seu lançamento, confirmamos novamente nossa posição de vanguarda na inovação de embalagens. Ao substituir parte do petróleo usado na fabricação do PET por etanol de cana-de-açúcar, um recurso absolutamente renovável e abundante no País, a Coca-Cola Brasil inaugura uma nova era para as embalagens plásticas”, afirma Xiemar Zarazúa, presidente da Coca-Cola Brasil.

Além dos benefícios ambientais – a expectativa é que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo -, o uso da nova garrafa também traz vantagens à economia do Brasil. Segundo Rino Abbondi, vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, “a cana-de-açúcar é a fonte mais eficiente para a fabricação de etanol. Com este quadro, o Brasil se coloca como futuro exportador de bio-MEG (componente feito com cana de açúcar, usado na PlantBottle), fomentando assim a geração de empregos e alavancando o setor sucroenergético do País. O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e acreditamos que, com isso, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes incentivam as demais indústrias a tomar medidas semelhantes. Vale destacar que 100% das embalagens de PlantBottle de todo o mundo usará etanol brasileiro”.

“Essa é mais uma importante iniciativa de sustentabilidade que a Coca-Cola Brasil abraça. O índice de uso de água é dos melhores do mundo na indústria de bebidas e reduzimos em até 26% o peso de nossas embalagens nos últimos anos. Na área da reciclagem, temos o programa ‘Reciclou, Ganhou’ desde 1996 e, com ele, colaboramos para que o Brasil seja um dos maiores recicladores de embalagens do mundo. Hoje, apoiamos mais de 130 cooperativas de catadores, que geram renda e resgatam a dignidade de milhares de pessoas”, completou Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil.

A Revista Pack de abril trará uma reportagem especial sobre a PalntBottle. Aguarde!

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Maioria dos supermercados usa sacolas plásticas certificadas
A grande maioria dos supermercados que participaram do Piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás e Brasília, adotou as sacolas certificadas do programa, que são mais resistentes, sendo fabricadas dentro da norma ABNT 14.937.
Atualmente, mais de 3 bilhões de sacolas são produzidas no mercado brasileiro com Selo de Qualidade, por nove empresas credenciadas. Até 2010, mais seis empresas deverão ser credenciadas totalizando 15.
O Programa, lançado em 2007, tem como objetivo de promover a conscientização e a redução do desperdício no varejo e disseminar as práticas dos 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Nessa linha, já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas.
Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e fechou 2009 com 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora.
Os dados mostram que, com sacolas dentro de norma, o consumidor não precisa colocar uma sacola dentro da outra para carregar as compras ou não encher totalmente e utilizá-la somente pela metade. Entre as redes que participam do Programa estão o Pão de Açúcar, G.Barbosa, Zaffari, Unidasul, Rede Mix, entre outras.
As sacolas plásticas também são amplamente reutilizadas no Brasil e o público que mais a utiliza são as donas de casas, em forma de embalagens para acondicionar lixo, recipientes para diversos fins, como guarda-chuva, embalar alimentos, roupa molha, tênis em mala para viagem, objetos para levar à academia, entre outros.
Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas para acondicionar o lixo doméstico, 71% consideram as sacolinhas como a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo seu fornecimento.
Este ano, mais seis cidades brasileiras receberão o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, assim como Fortaleza, Florianópolis, Rio de Janeiro, Campo Grande, Recife e Belo Horizonte.
A iniciativa é da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos em parceria com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Conta também com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e das afiliadas nos estados.Nesta t

Nesta quarta-feira (24), abro espaço para um texto enviado pela Plastivida para nossa redação. Trata-se de uma análise feita pela entidade. Segue:

A grande maioria dos supermercados que participaram do piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás e Brasília, adotou as sacolas certificadas do programa, que são mais resistentes, sendo fabricadas dentro da norma ABNT 14.937.

Atualmente, mais de 3 bilhões de sacolas são produzidas no mercado brasileiro com Selo de Qualidade, por nove empresas credenciadas. Até 2010, mais seis empresas deverão ser credenciadas totalizando 15.

O Programa, lançado em 2007, tem como objetivo de promover a conscientização e a redução do desperdício no varejo e disseminar as práticas dos 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Nessa linha, já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas.

Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e fechou 2009 com 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora.

Os dados mostram que, com sacolas dentro de norma, o consumidor não precisa colocar uma sacola dentro da outra para carregar as compras ou não encher totalmente e utilizá-la somente pela metade. Entre as redes que participam do Programa estão o Pão de Açúcar, G.Barbosa, Zaffari, Unidasul, Rede Mix, entre outras.

As sacolas plásticas também são amplamente reutilizadas no Brasil e o público que mais a utiliza são as donas de casas, em forma de embalagens para acondicionar lixo, recipientes para diversos fins, como guarda-chuva, embalar alimentos, roupa molha, tênis em mala para viagem, objetos para levar à academia, entre outros.

Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas para acondicionar o lixo doméstico, 71% consideram as sacolinhas como a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo seu fornecimento.

Este ano, mais seis cidades brasileiras receberão o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, assim como Fortaleza, Florianópolis, Rio de Janeiro, Campo Grande, Recife e Belo Horizonte.

A iniciativa é da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos em parceria com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Conta também com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e das afiliadas nos estados.

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Embalagens de alimentos e outros itens descartáveis podem ser compostados em casa junto com resíduos orgânicos graças ao novo polímero à base de açúcar. O polímero degradável é feito de açúcar conhecido como biomassa lignocelulósica, que é proveniente de produto agrícola não alimentício, como árvores de rápido crescimento e gramíneas ou biomassa renovável, como resíduos agrícolas ou de alimentos.

O novo produto foi desenvolvido pela equipe de cientistas liderada por Charlotte Williams, do Conselho de Engenharia e Ciências Físicas, da Universidade Imperial College London.

A pesquisa sobre plásticos verdes, especialmente, para uso em itens individuais, como embalagens de alimentos são objeto de pesquisa mundial. “Isso é um avanço não-somente sobre a perspectiva ambiental, mas também por razões econômicas e de distribuição”, explica Williams.

Aproximadamente 7% dos recursos de óleo e gás são consumidos na fabricação de plásticos, com produção mundial que supera as 150 mil toneladas ao ano. Quase 99% dos plásticos são formados de combustíveis fosseis.

“Nosso avanço-chave encontrou uma solução que utiliza um produto agrícola não alimentício para formar o polímero. Atualmente, os plásticos renováveis empregam produtos, como milho e açúcar de beterraba”, afirma Williams. “Para o plástico ser útil, é preciso ser fabricado em larga escala, o que tecnicamente é um desafio. Isso vai levar até três anos e meio até atingir uma produção de economize 80% de energia e água no processo”, completa.

 Os açúcares ricos em oxigênio do novo polímero permitem a absorção da água e a degradação inofensiva, o que significa que pode ser lançado composto em casa e usado para adubar o jardim.

 O polímero oferece uma ampla gama de propriedades, o que abre várias oportunidades de aplicações. A propriedade degradável torna o plástico verde ideal para aplicações médicas, como regeneração de tecidos, suturas e entrega de medicamentos, já que é um material atóxico.

 Os pesquisadores também estão focados no desenvolvimento de material específico com características que atendem as áreas de embalagem e de medicina.

 “O desenvolvimento do material é muito promissor. Estamos otimistas que a tecnologia poderá ser usada entre 2 a 5 anos”, diz Williams, que já está trabalhando com vários parceiros comerciais.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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