Ir para página inicial RSS Visite o site da Pack

0

Maioria dos supermercados usa sacolas plásticas certificadas
A grande maioria dos supermercados que participaram do Piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás e Brasília, adotou as sacolas certificadas do programa, que são mais resistentes, sendo fabricadas dentro da norma ABNT 14.937.
Atualmente, mais de 3 bilhões de sacolas são produzidas no mercado brasileiro com Selo de Qualidade, por nove empresas credenciadas. Até 2010, mais seis empresas deverão ser credenciadas totalizando 15.
O Programa, lançado em 2007, tem como objetivo de promover a conscientização e a redução do desperdício no varejo e disseminar as práticas dos 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Nessa linha, já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas.
Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e fechou 2009 com 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora.
Os dados mostram que, com sacolas dentro de norma, o consumidor não precisa colocar uma sacola dentro da outra para carregar as compras ou não encher totalmente e utilizá-la somente pela metade. Entre as redes que participam do Programa estão o Pão de Açúcar, G.Barbosa, Zaffari, Unidasul, Rede Mix, entre outras.
As sacolas plásticas também são amplamente reutilizadas no Brasil e o público que mais a utiliza são as donas de casas, em forma de embalagens para acondicionar lixo, recipientes para diversos fins, como guarda-chuva, embalar alimentos, roupa molha, tênis em mala para viagem, objetos para levar à academia, entre outros.
Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas para acondicionar o lixo doméstico, 71% consideram as sacolinhas como a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo seu fornecimento.
Este ano, mais seis cidades brasileiras receberão o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, assim como Fortaleza, Florianópolis, Rio de Janeiro, Campo Grande, Recife e Belo Horizonte.
A iniciativa é da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos em parceria com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Conta também com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e das afiliadas nos estados.Nesta t

Nesta quarta-feira (24), abro espaço para um texto enviado pela Plastivida para nossa redação. Trata-se de uma análise feita pela entidade. Segue:

A grande maioria dos supermercados que participaram do piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás e Brasília, adotou as sacolas certificadas do programa, que são mais resistentes, sendo fabricadas dentro da norma ABNT 14.937.

Atualmente, mais de 3 bilhões de sacolas são produzidas no mercado brasileiro com Selo de Qualidade, por nove empresas credenciadas. Até 2010, mais seis empresas deverão ser credenciadas totalizando 15.

O Programa, lançado em 2007, tem como objetivo de promover a conscientização e a redução do desperdício no varejo e disseminar as práticas dos 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Nessa linha, já alcançou resultados significativos sobre a redução do uso de sacolas plásticas.

Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e fechou 2009 com 15 bilhões, uma redução de 16,2% do início do programa até agora.

Os dados mostram que, com sacolas dentro de norma, o consumidor não precisa colocar uma sacola dentro da outra para carregar as compras ou não encher totalmente e utilizá-la somente pela metade. Entre as redes que participam do Programa estão o Pão de Açúcar, G.Barbosa, Zaffari, Unidasul, Rede Mix, entre outras.

As sacolas plásticas também são amplamente reutilizadas no Brasil e o público que mais a utiliza são as donas de casas, em forma de embalagens para acondicionar lixo, recipientes para diversos fins, como guarda-chuva, embalar alimentos, roupa molha, tênis em mala para viagem, objetos para levar à academia, entre outros.

Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas para acondicionar o lixo doméstico, 71% consideram as sacolinhas como a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo seu fornecimento.

Este ano, mais seis cidades brasileiras receberão o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, assim como Fortaleza, Florianópolis, Rio de Janeiro, Campo Grande, Recife e Belo Horizonte.

A iniciativa é da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos em parceria com o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Conta também com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e das afiliadas nos estados.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Embalagens de alimentos e outros itens descartáveis podem ser compostados em casa junto com resíduos orgânicos graças ao novo polímero à base de açúcar. O polímero degradável é feito de açúcar conhecido como biomassa lignocelulósica, que é proveniente de produto agrícola não alimentício, como árvores de rápido crescimento e gramíneas ou biomassa renovável, como resíduos agrícolas ou de alimentos.

O novo produto foi desenvolvido pela equipe de cientistas liderada por Charlotte Williams, do Conselho de Engenharia e Ciências Físicas, da Universidade Imperial College London.

A pesquisa sobre plásticos verdes, especialmente, para uso em itens individuais, como embalagens de alimentos são objeto de pesquisa mundial. “Isso é um avanço não-somente sobre a perspectiva ambiental, mas também por razões econômicas e de distribuição”, explica Williams.

Aproximadamente 7% dos recursos de óleo e gás são consumidos na fabricação de plásticos, com produção mundial que supera as 150 mil toneladas ao ano. Quase 99% dos plásticos são formados de combustíveis fosseis.

“Nosso avanço-chave encontrou uma solução que utiliza um produto agrícola não alimentício para formar o polímero. Atualmente, os plásticos renováveis empregam produtos, como milho e açúcar de beterraba”, afirma Williams. “Para o plástico ser útil, é preciso ser fabricado em larga escala, o que tecnicamente é um desafio. Isso vai levar até três anos e meio até atingir uma produção de economize 80% de energia e água no processo”, completa.

 Os açúcares ricos em oxigênio do novo polímero permitem a absorção da água e a degradação inofensiva, o que significa que pode ser lançado composto em casa e usado para adubar o jardim.

 O polímero oferece uma ampla gama de propriedades, o que abre várias oportunidades de aplicações. A propriedade degradável torna o plástico verde ideal para aplicações médicas, como regeneração de tecidos, suturas e entrega de medicamentos, já que é um material atóxico.

 Os pesquisadores também estão focados no desenvolvimento de material específico com características que atendem as áreas de embalagem e de medicina.

 “O desenvolvimento do material é muito promissor. Estamos otimistas que a tecnologia poderá ser usada entre 2 a 5 anos”, diz Williams, que já está trabalhando com vários parceiros comerciais.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

 

O mercado de masterbatches na China é um dos mais dinâmicos e um dos que cresce mais rápido no mundo. Nos últimos anos, a taxa de crescimento do setor é de dois dígitos, apesar da recessão econômica mundial. A Applied Market Information Ltd. (AMI) estima que existam pelo menos 500 companhias produzindo masterbatches na China. A maioria é composta de fornecedores locais de pequenas escalas. Mesmo assim, diferente dos processadores de plásticos, a produção de masterbatches na China é mais concentrada nas mãos de grandes players. Em 2008, segundo o estudo feito pela AMI, os cinco maiores produtores de masterbatches detinham 50% da produção.

Em termos de volume, o maior produtor é a Cabot Plastics, que tem uma planta industrial de masterbatch preto instalada em Hong Kong, que fornece para toda a Ásia. Entretanto, o masterbatch preto é mais uma commoditie e em termos de valores, o maior produtor é a Ngai Hing Hong, que é dona de cinco plantas industriais na China, fornecendo um amplo portfolio de cores, além de preto, branco e vários aditivos. Outras companhias se destacam como grandes fabricantes de masterbatches, como Yangxi Huaqiang Color Masterbatch Factory, Guandong Charming Company, PolyOne e Clariant.

O líder na fabricação de masterbatch branco é a Meilian Chemical com planta industrial em Guandong que é o principal fornecedor para a indústria de sopro, enquanto a A Schulman é o maior produtor de aditivos para masterbatches. A empresa iniciou as operações de uma planta, em 2005, com capacidade de 16 mil toneladas/ano, em Dongguan, e rapidamente aumentou a sua participação de mercado nos negócios de filmes e embalagens na China.

 Enquanto há uma clara tendência para o aumento do uso de masterbatches, muitos processadores chineses continuam a usar pigmentos e blends secos em volumes significativos, especialmente em setores, onde a qualidade e a consistência não são primordiais. Há muitas dessas companhias fornecendo esses pigmentos para os processadores que utilizam o produto, dosando diretamente nos equipamentos de extrusão e moldagem.

 Outra característica da indústria de masterbatches na China é que a maioria das plantas industriais atende o mercado local. A logística fraca e a regulamentação local resultam em distâncias um pouco longas para os fornecedores. Cada província tem seu próprio ambiente e estrutura comercial e não existe um mercado chinês homogêneo.  O desafio para os grandes produtores que estão construindo várias plantas é atender o mercado total. As principais companhias que seguiram essa rota são Clariant, Ngai Hing Hong e Polyone.

TAGS: , , , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

Até o dia 28 deste mês, internautas em todo o território nacional poderão participar da promoção 100% Amiga do Meio Ambiente, promovida pela Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço).

Para participar, basta acessar o site www.abeaco.org.br, preencher o cadastro online e responder a pergunta: qual a embalagem 100% amiga do Meio Ambiente? A ação tem como objetivo incentivar a busca por informações e aumentar o conhecimento sobre a lata de aço, além de promover, comunicar e divulgar as vantagens dessas embalagens para os consumidores.

As 50 respostas mais criativas levarão para casa um livro sobre design de embalagem e os critérios a serem analisados são a criatividade, a clareza e o conteúdo das respostas. “A promoção no site pretende aproximar a entidade do público formador de opinião desmistificando os preconceitos sobre latas de aço em questões de sustentabilidade”, explica Thaís Fagury, gerente executiva da Abeaço.

A lata de aço é mundialmente reconhecida como a melhor opção para conservar produtos face suas características de segurança e inviolabilidade. A tecnologia presente no mercado há mais de 200 anos garante que mesmo quando amassada, o conteúdo da lata esteja 100% apto para o consumo. Além disso, a lata de aço é 100% reciclável podendo retornar inúmeras vezes à cadeia produtiva em diversas formas, desde uma nova lata a eletrodomésticos e até mesmo em carros.

A apuração dos resultados acontece entre os dias 1 e 3 de março e a divulgação dos nomes dos ganhadores acontecem no dia 4 de março, no site da Abeaço (www.abeaco.org.br).

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

paperpouch_frente_taeq1O PaperPouch é uma embalagem diferente e funcional desenvolvida pela parceria entre Ibema, Tradbor, Dow e Laboratório de Embalagem ESPM.

A inovação resulta de uma cuidadosa combinação de materiais. A rigidez do papel coloca o PaperPouch na vertical, além de conferir aparência e tato únicos para o mundo dos pouches no mercado nacional. Já o polietileno fica responsável pela integridade física e proteção do conteúdo. As possibilidades de incorporar outros materiais são praticamente infinitas, possibilitando oferecer a proteção necessária para as mais diversas aplicações.

“Nos tivemos que desenvolver um novo papel especialmente para o PaperPouch. O resultado foi espetacular, balanceando textura, cor e as propriedades físicas necessárias para a aplicação”, explica Rogério Junqueira, gerente de desenvolvimento de produtos na Ibema.

Alan Baumgartem, diretor na Tradbor, relata que “o PaperPouch trouxe inúmeros desafios na conformação da embalagem, mas nossa experiência de mais de dez anos no mercado de Stand up Pouches fez a diferença. Além de apresentar o PaperPouch nos mais elevados padrões de acabamento, oferecemos a possibilidade de incorporar acessórios tais como zipper e bicos dosadores. Nós da Tradbor sabemos que o cliente precisa de uma solução completa, por isso mesmo oferecemos não somente o PaperPouch pré-formado, mas também equipamentos práticos e de baixo custo para o enchimento automático.”

Já no campo do plástico, Rosana Rosa, desenvolvimento e suporte técnico na Dow, garante que “proteger o produto é nossa prioridade número um. A versatilidade do polietileno aliado à outros materiais incorporáveis por coextrusão ou laminação habilitam o PaperPouch a armazenar grãos secos, cereais, café em grãos, alimento para animais, produtos de limpeza em pó entre muitos outros.”, Caroline Susca, gerente de contas, completa, “as possibilidades são praticamente infinitas. Estruturas já desenvolvidas em parceria com a Bazei oferecem soluções Plug & Play para diversas necessidades do mercado.”

Para Fábio Mestriner, coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM, “esse projeto é um ‘pequeno milagre’ que nasceu no nosso núcleo. Empresas completamente diferentes, por vezes concorrentes, foram capazes de somar esforços e criar o impensável. Esse é o caminho para a inovação de embalagem: combinação de materiais com benefícios reais para o cliente.”. Fábio completa, “ficamos muito felizes do Núcleo de Estudos da Embalagem ter catalizado o desenvolvimento do PaperPouch.”

Segundo Bruno Pereira, gerente de sustentabilidade para plásticos básicos na Dow, “o PaperPouch oferece uma solução mais sustentável para um amplo espectro de aplicações. Proteção ao produto, pouca geração de resíduos pós-consumo e baixo consumo de recursos naturais estão entre os pontos fortes dessa aplicação”. Mas adverte, “não existe embalagem universalmente mais sustentável que todas as outras, com o PaperPouch não é diferente, cada caso merece uma análise fundamentada no ciclo de vida como um todo.”

O reponsável pela gestão de contas FSC da Ibema, Fernando Sandri, reforça a característica renovável da estrutura do Paperpouch pela presença de fibras celulósicas originadas de florestas plantadas e pelo uso intensivo de fontes energéticas renováveis na fabricação do papel base.

TAGS: , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

 O Grupo Klockner Pentaplast, um dos principais fabricantes de filmes rígidos de PET, anunciou uma nova capacidade de produção de PET em sua planta de Crumlin, no Reino Unido. A nova linha produz filmes de poliéster de alta performance para embalagens de alimentos e outros produtos de consumo, principalmente, para abastecer o crescente mercado do Reino Unido. A empresa investiu 3 milhões de libras na expansão com o suporte do Wales Assembly Government (WAG).

 “A expansão da capacidade de PET demonstra que a Klockner Pentaplast continua atendendo a crescente demanda global de filmes de PET de alta qualidade, especialmente, no Reino Unido, diz Hans-Joachim Kogelnik, presidente e COO da Klockner Pentaplast Europa. “Apesar do clima de dificuldade econômica, nós temos o compromisso de servir o mercado e nossos clientes com uma capacidade de fornecimento altamente flexível e desenvolvimento de novos produtos”.

TAGS: ,

Deixe seu comentário

Cartões Klabin atendem indústria calçadista

Icone Embalagem, insumos | Por Kleber em 25 de novembro de 2009

0

A Klabin, produtora, exportadora e recicladora de papéis, está fornecendo papelcartão para as gráficas responsáveis pelo desenvolvimento de embalagens para calçados. Empresas como a Alpargatas e a Grendene têm embalado seus produtos em caixas produzidas com papelcartão da empresa. 

O papelcartão da Klabin é produzido com um mix de fibras curtas (eucalipto) e longas (pínus), que confere resistência e ótima qualidade de impressão à embalagem. Dessa forma, é possível produzir embalagens visualmente atrativas e com forte apelo comercial por meio da aplicação de recursos gráficos como alto relevo, verniz UV e Hot Stamp, que conferem mais visibilidade ao produto no ponto de venda, requisito essencial para um segmento competitivo como o de calçados.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

Reciclagem de PET cresce 9,5% em 2008

Icone Consumo, Meio Ambiente, insumos | Por Kleber em 24 de novembro de 2009

1

O 5.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, realizado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), registrou um aumento no volume de reciclagem do material em 2008. Segundo a entidade, houve aumento de 9,5% na quantidade de embalagens de PET recicladas no ano passado, na comparação com 2007. Em números absolutos, o Censo registrou que 253 mil toneladas do produto receberam destinação ambientalmente adequada, acima das 231 mil toneladas de 2007.

Esse volume corresponde a 54,8% das novas embalagens produzidas no mesmo período. Como resultado, o País consolida a sua posição como um dos líderes na atividade, à frente de Estados Unidos e União Européia. São mais de 500 empresas em todo o Brasil, que geram um faturamento de R$ 1,09 bilhão.

Diversidade de aplicações
“O grande impulsionador desse crescimento é o trabalho que a indústria vem fazendo para ampliar a demanda pelo PET reciclado, por meio do desenvolvimento de novas aplicações”, explica Auri Marçon, presidente da Abipet. “Isso reduz a dependência de um único setor e dá a sustentabilidade que o negócio precisa para continuar prosperando.”

Entre as aplicações do PET reciclado, o grande destaque ficou por conta do aumento do uso do material na produção de resina estrutural, atingindo uma participação de 18%. Essa resina é utilizada para a fabricação de itens diversos, como piscinas, caixas d’água ou bancadas de mármore sintético, por exemplo. Além disso, o produto tem grande presença na indústria de caminhões, especialmente na fabricação de partes das cabines.

O segmento que mais usa o PET reciclado ainda é o têxtil, com 38% de participação. O setor também tem importância fundamental para a reciclagem, pois desenvolve novas aplicações a cada ano, o que contribui muito para o aumento da demanda pelo material reciclado.

O PET reciclado também é utilizado na fabricação de uma grande lista de produtos, como cordas, vassouras, tubos e até novas embalagens, entre vários outros.

Falta de coleta seletiva
Apesar do crescimento verificado em 2008, o presidente da Abipet lembra que o maior entrave para a ampliação da reciclagem do PET no Brasil – a instituição de políticas públicas de coleta seletiva – continua sem uma solução adequada.

“Infelizmente, muito projetos de ampliação de capacidade continuam suspensos e novos desenvolvimentos para aplicação do PET reciclado não evoluem porque existe carência de embalagens para serem recicladas. Sem um sistema de coleta seletiva, as embalagens acabam no meio ambiente, ao mesmo tempo em que faltam garrafas PET para reciclar na indústria”, afirma Marçon.

O executivo lembra, ainda, que a indústria da reciclagem do PET apresenta uma ociosidade em torno de 20%, o que torna o setor capaz de absorver rapidamente qualquer aumento de volume, sem qualquer investimento.

Atuação histórica pela reciclagem
Por meio das ações de conscientização que realiza junto aos consumidores, catadores e recicladores, a Abipet contribuiu para que a reciclagem do material crescesse quase 20 vezes no período de 1994 a 2008. O índice é muito superior ao aumento do uso de embalagens novas, para todos os fins, que no mesmo período cresceu seis vezes.

Além de eliminar o descarte indiscriminado, a reciclagem da embalagem de PET, em comparação com a garrafa de material virgem , implica na economia de 97% de energia e 86% de água.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Na última semana, o Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), o empresário Alfredo Schmitt, comemorou a publicação no Diário Oficial da lei 13.272, que proíbe a disponibilização de sacolas plásticas, no Rio Grande do Sul, fora dos padrões estabelecidos pela norma ABNT 14.937. “A ABIEF parabeniza o deputado Giovani Cherini pela autoria do projeto, a Assembléia Legislativa por ter aprovado com maioria e a governadora Yeda Crusius por ter sancionado. Essa lei é um marco no consumo responsável de sacolas plásticas no Brasil”, destacou Schmitt.

Desta forma, o Rio Grande do Sul é o primeiro Estado brasileiro a normatizar o uso de sacolas plásticas e, com certeza, será exemplo para uma legislação nacional. “Com sacolas mais resistentes, reduzimos o consumo.” Schmitt lembrou ainda que a lei está alinhada com os princípios do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, encabeçado pela ABIEF em parceria com a Plastivida, e com o SustenPlast, do Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast); ambos buscam contribuir para uma mudança cultural sobre o uso, descarte correto e reciclabilidade do plástico e a conseqüente valorização de toda a cadeia produtiva.

A norma ABNT 14.937 prevê que as sacolas plásticas tenham a espessura mínima de 0,027 milímetros e tragam a indicação, em quilograma, da carga que suportam. Os estabelecimentos do Rio Grande do Sul terão um prazo de 180 dias para se adequarem à norma.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Começa em São Paulo nesta segunda-feira, 26, o 42º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel da ABTCP, no Expo Transamérica, em São Paulo. Até a quinta-feira, 29, a indústria discutirá inovação e sustentabilidade.

O diretor comercial da Ibema – Companhia Brasileira de Papel, Túlio Gomes, abordará o tema no painel “Inovação e Sustentabilidade – Desafios e oportunidades para o crescimento sustentável”, que será realizado no dia 28 de outubro, das 13h30 às 18h. Ele exporá sua percepção sobre o cenário atual do mercado e reforçará a necessidade de investir na melhor comunicação das ações sustentáveis do setor junto ao mercado nacional e internacional.

Túlio Gomes acredita que os dois produtos – celulose e papel – terão comportamentos distintos no próximo ano. O segmento de celulose, muito dependente das exportações, ainda terá um ano difícil em 2010, pois mercados maduros, como Europa e América do Norte, não deverão se recuperar tão rápido quanto o necessário. Em contrapartida, a China apresentará recuperação significativa da demanda, o que será suficiente para equilibrar a equação oferta  e procura do mercado global.

Quanto ao papel, os segmentos mais voltados para o mercado interno deverão apresentar boa recuperação, com expectativa de crescimento igual ou um pouco superior ao desempenho do PIB, que deve crescer entre 4% e 6%. A demanda poderá inclusive ser superior ao aumento da oferta, exceção feita ao papel Off Set, em função da continuidade da acomodação no mercado da produção da nova fábrica da International Paper em Três Lagoas.

Entre as inovações fundamentais para se diferenciar do mercado global, Gomes destacará a correta comunicação da atuação sustentável do setor, que conta no País com uma condição privilegiada, em especial em função de suas florestas renováveis. “Para avançar em relação aos padrões globais, é preciso fazer a sociedade perceber que a celulose e o papel brasileiros são produtos de elevados índices de inovação e sustentabilidade, assim como reforçar que as empresas e toda a sociedade se beneficiam disto. Nosso design é arrojado e criativo, o que também nos dá um diferencial importante em relação aos mercados tradicionais”, destaca o diretor da Ibema.

Segundo ele, a questão da sustentabilidade no mercado de celulose e papel ainda é heterogênea, mas importantes empresas são realmente comprometidas, o que torna o setor uma referência mundial em ações sustentáveis, bem como em inovação, com práticas muito mais concretas e visíveis que suas congêneres do hemisfério norte. Outro fator relevante é que os programas sociais desenvolvidos junto às comunidades onde elas estão presentes são exemplos destas iniciativas. Os fabricantes nacionais de papel não integrados – usualmente empresas de menor porte – também têm suas iniciativas nos campos da inovação e da sustentabilidade, mas comunicam com muita timidez estas práticas, tanto internamente no setor, quanto para a sociedade.

“A demanda internacional por sustentabilidade está crescendo. Apesar de ainda existir uma certa hipocrisia nas compras dos grandes players internacionais – que exigem práticas avançadas e custosas de sustentabilidade, mas não hesitam em comprar de quem não as possui como forma de pressionar o preço para baixo,  penso que, no curto prazo, as empresas que adotam práticas efetivas e consistentes como instrumento de gestão, e não de marketing, vão se diferenciar das demais” afirma Gomes. Esta diferenciação pode não se  traduzir em maiores preços para os produtos, mas assegurará o transito das corporações em um ambiente mais estável e duradouro, com ganhos importantes como a redução da informalidade e da inadimplência do setor.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

PARTICIPE

Dúvidas sobre o mercado de embalagem? Envie sua pergunta para guru@pack.com.br. Um especialista do setor o responderá aqui no blog.

Clique e participe agora mesmo!


Confira as respostas aqui

KLEBER PINTO

Jornalista com oito anos de experiência em jornalismo online. É editor dos sites da Editora Banas Pack, P&S, P&S Agro e Radar Industrial. Foi repórter e editor nos portais UOL, Terra e Globo.com, nas editorias de cultura, saúde, cidades e tecnologia.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

ARQUIVO


Banner do Radar Industrial

Page 1 of 212»