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Os expositores da 25ª edição da Fispal Tecnologia saíram do Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, na sexta-feira, 19, com a sensação de dever cumprido. Ao menos grande parte dos entrevistados pelo Blog da Pack confirmaram o que os organizadores do evento esperavam: público qualificado e reaquecimento do mercado.

Os números oficiais ainda não foram divulgados, mas de acordo com a Brazil Trade Show – promotora e organizadora da feira -, a Fispal Tecnologia recebeu mais de 60 mil pessoas em quatro dias de evento e deve gerar cerca de R$ 4 bilhões em negócios nos próximos 12 meses.

Fernanda Bambino, gerente geral da Fortress Technology, contou que muitos detectores de metais foram vendidos na feira. “Estamos muito satisfeitos porque a feira nos deu o reconhecimento da marca que procurávamos. Pudemos, inclusive, vender equipamentos”, festeja. Muitas das máquinas expostas no estande não voltarão para o depósito da Fortress.

Para Nilson José Gavioli, diretor da JPJ Máquinas, a Fispal Tecnologia superou as expectativas de negócios da empresa desde o seu primeiro dia. “Nós participamos da feira há 16 anos, mas esse ano foi bem atípico em termos de resultado por conta dos dois lançamentos: a rotuladora automática para rótulos autoadesivos JP-5-AD e a rotuladora automática para rótulos em bobina de BOPP JP-7-LB. Nós já vendemos seis equipamentos JP-5-AD e mais de 15 modelos JP-7-LB”, informa. “A Fispal Tecnologia é importante porque sempre traz resultados”.

Quem também vendeu bastante foi a PaleTrans. Em apenas dois dias de feira cerca de 25 equipamentos foram vendidos no próprio estande. “Viemos sem a perspectiva de vendas. Esperávamos vender depois do evento”, conta Célia Eunice Vieira Sanchez, responsável pelo marketing da empresa.

Na opinião de Silvio Rotta, diretor-comercial da Krones, a Fispal Tecnologia também foi muito boa. “A qualidade de visitação dos clientes tem se mantido. Nós conseguimos atingir o nosso objetivo, ou seja, falar com os principais clientes do mercado de bebidas para gerar futuros negócios”. E mais: “Também prospectamos novos clientes com a aquisição 100% da Kosme, que vai atender as pequenas cervejarias”.        

Enquanto muitos fechavam negócios na feira, outros apenas celebravam o reaquecimento do mercado. A fabricante de motores elétricos Weg usou seu estande para receber parceiros. “Nosso trabalho aqui é institucional. Essa é uma feira que preparamos antes, disponibilizando motores para grandes indústrias exporem suas soluções”, conta Paulo Donizetti, gerente de marketing da empresa.

Waldomiro Modena Filho, presidente da Festo do Brasil, também visitou amigos e clientes. “É muito bom ver a cor cinza e azul espalhadas na feira”, brincou, se referindo aos parceiros que usaram equipamentos da Festo em suas máquinas. “A Fispal é a celebração de que o mercado está reagindo e nossos clientes são a prova disso. Eles estão vendendo”.

A Fispal Tecnologia contou ainda com o X Congresso da Associação Brasileira de Movimentação e Logística (ABML) e o Simpósio Internacional de Processamento de Alimentos e Bebidas, realizados durante a feira. “Quem visita a Fispal busca conteúdo, informações específicas de negócios e novidades sobre o setor em que atua. E aqui nós tivemos tudo isso”, pontua o coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Fabio Mestriner. “Foi uma experiência muito rica”.

A Fispal Tecnologia já tem data marcada em 2010, acontecerá entre os dias 8 e 10 de junho, em São Paulo.

(colaborou Margaret Hayasaki)

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Conheça as soluções em automação da Festo

Icone Fispal 2009, Vídeo | Por Tatiana em 22 de junho de 2009

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Paulo Roberto dos Santos, gerente de Engenharia da Festo, apresenta ao Blog da Pack as soluções em automação que a empresa levou para a Fispal Tecnologia 2009.

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Eduardo Gianini, gerente de marketing da Papirus, e Rafael Margonari Silvestre, diretor da Rosni, comentam em vídeo sobre a parceria para expor suas soluções na Fispal Tecnologia 2009.

Leia também: Papirus lança nova linha de papel cartão

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JP5-AD (Foto: Kleber Pinto)

JP-5-AD (Foto: Kleber Pinto)

Especializada em tecnologia de rotuladoras, a JPJ Máquinas apresenta na Fispal Tecnologia dois lançamentos. Um deles é a estreia da empresa em um novo mercado. Trata-se da rotuladora automática para rótulos autoadesivos JP-5-AD destinada para todo o tipo de frasco, com capacidade de produção de até 6 mil embalagens/hora. A outra novidade da empresa é a rotuladora automática linear para rótulos em bobina de BOPP (polipropileno biorientado) JP-7-LB, que opera somente com frascos cilíndricos, com uma capacidade de produção de até 7 mil embalagens/hora. Nilson José Gavioli, diretor da JPJ Maquinas, explica que os novos desenvolvimentos são uma resposta à demanda do mercado por tecnologias simples e de baixo custo. “As rotuladoras chegam a custar até 30% menos do que o praticado no mercado”.

JP-7-LB (Foto: Kleber Pinto)

JP-7-LB (Foto: Kleber Pinto)

Entre os diferenciais da JP-7-LB está no custo da bobina do rótulo que é mais baixo, segundo Gavioli. “O peso menor, por isso pode ter mais rótulos em 1 kg de material, o que acaba diminuindo o custo dos rótulos”.

Além do mercado interno, a JPJ Máquinas abastece todas as Américas e Europa. “Exportamos há mais de 10 anos, com 20% de nossa produção destinada para o front externo”. “Nosso principal mercado é o segmento alimentício que responde por 70% dos negócios da empresa”.

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box_liner_raumak_blo_packA busca por novas tecnologias e tendências de mercado faz com que a Raumak Máquinas esteja na vanguarda do segmento de empacotadoras, enfardadoras e encaixotadoras. Os mais recentes resultados dessa gestão inovadora da empresa são dois lançamentos feitos na Fispal Tecnologia  – a encaixotadora automática Boxer Line Silver para linha de caixas Case Pack e uma paletizadora automática de fardos ou caixas Pallet Line, que apresenta conceito inovador, desenvolvido pela italiana Dynamic. Segundo Raulino Kreis Junior, diretor-presidente da Raumak Máquinas, a Boxer Line Silver é um desenvolvimento 100% Raumak e vem atender a uma tendência de mercado por maior automação no final de linha. “O equipamento arma a caixa, acondiciona o produto, além de programar a quantidade de embalagens e as camadas, e fecha a caixa automaticamente, com fita adesiva ou hot melt”, diz.

Com transferência de tecnologia, a Raumak Máquinas construiu a paletizadora automática que já é um equipamento consagrado na Europa, com 10 anos de mercado. “Essa parceria foi possível graças ao primeiro contato feito com a Dynamic, na Fispal Tecnologia 2008. A feira não representa somente vendas, mas também a possibilidade de realizar parcerias e joint-ventures”, destaca o diretor-presidente. “O equipamento realiza um trabalho similar ao de um robô. O custo de aquisição da paletizadora automática é bem atrativo, representando apenas 50% a 60% do valor que seria desembolsado para adquirir um robô”, afirma Kreis Junior.

Segundo ele, os dois lançamentos atendem a demanda das empresas por maior produtividade no final de linha, melhor controle da produção – com dados sobre o volume de paletização e encaixotamento, por exemplo -, além de preocupação com a saúde de seus funcionários. “Dependendo do segmento de atuação, a empresa consegue obter ganhos de até 30% de produtividade no final de linha”, revela.

A atuação da Raumak Máquinas se estende além das fronteiras brasileiras. Exportando desde 2000, a empresa embarca 53% de sua produção de máquinas/ano para mais de 40 países, como Peru, Venezuela, Argentina, República Tcheca, Rússia. “A empresa produz anualmente 300 máquinas, das quais 60% são enfardadoras, que também são o carro-chefe no mercado externo”. Otimista, Kreis Junior, diz que o mercado estava retraído por uma questão de precaução devido à crise econômica. “Mas desde a segunda quinzena de abril, já notamos um aquecimento dos negócios , com um desempenho igual, ou melhor, ao de 2008”.

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garrafa_ultraleve_krones_blog_packO mais novo desenvolvimento da Krones é uma resposta à crescente tendência mundial em redução de peso e de uso de material, além de otimização de energia. Trata-se de uma nova garrafa PET de 500 ml, que pesa apenas 6,6 gramas, para bebidas não-carbonatadas. Essa novidade foi apresentada há seis meses pela matriz alemã e, segundo Silvio Rotta, diretor-comercial da Krones, a inovação foi desenvolvida considerando cada etapa do processo de packaging, já que a empresa fornece a linha completa de envase. “Esse desenvolvimento foi possível graças ao uso de uma sopradora de garrafas de alta tecnologia, uma equipe de desenvolvimento de garrafas, e ao know-how de que a garrafa de 6,6 gramas pode ser produzida em uma linha de envase, incluindo a paletização e o armazenamento, sem danos”.

Para se ter uma ideia do apelo sustentável da garrafa ultraleve, hoje uma garrafa de água mineral, de 500 ml, pesa 20 gramas. “Trata-se de uma economia de 14 gramas de resinas/garrafa”. “Ao trazer esse novo conceito de embalagem na Fispal Tecnologia é mostrar aos usuários o que é possível fazer para ser mais sustentável”.

No mercado de bebidas carbonatadas, já existem aplicações de garrafas que pesam menos de 10 gramas, utilizadas no exterior. “No enchimento a quente, também vemos reduções expressivas de até 30% no peso de garrafas”, revela o executivo.

O Brasil também está caminhando para soluções sustentáveis, com reduções de pesos das embalagens e tampas. “É um processo contínuo. A preforma da garrafa PET de 2 litros, por exemplo, que já pesou 52 gramas, atualmente pesa 44,5 gramas”.

Para produzir a garrafa mais leve são necessários investimentos em moldes de injeção, máquinas sopradoras, preformas, rótulos, e marketing. “É um investimento de alguns milhões”, diz Rotta.

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Fernanda Bambino e Pierre DiGirolamo, da Fortress (Foto: Kleber Pinto)

Fernanda Bambino e Pierre DiGirolamo (Foto: Kleber Pinto)

Guarde esse nome: Fortress Technology. A recomendação vem de Fernanda Balthazar Bambino, gerente geral da filial brasileira da empresa de origem canadense. Para a Fispal Tecnologia 2009, a Fortress levou uma variedade de soluções em detectores de metais industriais e aproveitou para reforçar sua marca no País. “Estamos crescendo bastante no Brasil. Nos últimos cinco anos nossas vendas dobraram”, contabiliza a gerente.

Assista demonstração do detector de metais abaixo.

Somente na Fispal, três equipamentos de detecção de partículas metálicas foram comercializados no segundo dia do evento. Na sexta-feira, 19, muitas das máquinas em exposição já tinham dono. A comemoração entre os colaboradores da Fortress foi grande. Até mesmo o diretor executivo de operações do Brasil, Pierre DiGirolamo, exibiu um sorriso contagiante. “As pessoas estão confiando mais em nossos equipamentos e isso tem impactado em nossas vendas”, explica o executivo.

Segundo Fernanda Bambino, a chegada de Pierre DiGirolamo à empresa trouxe ótimos resultados. “Tivemos mudanças drásticas para melhor desde que ele assumiu há um ano e meio. Dobramos nossas vendas e estamos ganhando mercado”.

“O Brasil é o nosso foco. Mesmo a matriz no Canadá entendeu que aqui nosso potencial é forte e merece atenção. O Brasil é um mercado crescente perante o restante da América Latina e um ponto estratégico para a Fortress”, conta DiGirolamo. Fernanda completa dizendo que o Brasil exporta equipamentos para seus vizinhos latinos.

Os executivos afirmam que a mesma tecnologia produzida no Canadá é encontrada nos equipamentos fabricados aqui. As soluções da Fortress estão disponíveis para as indústrias alimentícia, farmacêutica, madeireira, plástica e têxtil. “O nosso diferencial é que podemos produzir uma máquina de alta tecnologia por um baixo custo. Isso porque somente nossa eletrônica é importada”, destaca DiGirolamo. “Nosso preço também é bastante competitivo”.

Para 2009, a empresa espera crescer outros 100%, assim como o fez no último ano. Para tanto, Fernanda, DiGirolamo e equipe estão prontos para trabalhar cada vez mais. “Nossa filosofia é não deixar o cliente sem assistência. Prezamos muito pela qualidade de nossos produtos e por nosso atendimento”.

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Maurício Monzani e a vitrine da Metro Label (Foto: Kleber Pinto)

Maurício Monzani e a vitrine da Metrolabel na Fispal Tecnologia (Foto: Kleber Pinto)

O que faz uma empresa ser bem-sucedida? Para a Metrolabel, é o foco que leva ao sucesso. E a história da empresa fabricante de rótulo sleeve – ou termoencolhível – comprova isso. No último ano, a Metrolabel cresceu 60%, o dobro em relação a 2007. “Isso aconteceu porque respiramos termoencolhível”, conta Maurício Monzani, gerente comercial.

Monzani destaca que a Metrolabel tem apenas dois anos de mercado, mas faz parte de um grupo com mais de 20 anos de expertise na indústria gráfica, o Metroprint. “No início, tínhamos oito máquinas e uma foi deslocada para trabalhar com o rótulo sleeve. Não sabíamos o quanto essa única máquina iria nos beneficiar”, pontua o gerente.

Hoje, a empresa atende empresas como Taeq, KM Casa, Danone, Ultrapan, “e acabamos de fechar contrato com uma grande empresa de produtos lácteos para 2010”, enumera Monzani, fazendo mistério.

Ele conta ainda que impressão off-set é reconhecida pelo mercado de promocionais e editorial como a melhor alternativa de qualidade e espera que aconteça o mesmo no termoencolhível,”Investimos muito em tecnologia de pré-impressão, matéria-prima laminada plana. E nossas impressoras são importadas da Europa”, afirma o gerente que sinaliza que a empresa já inicia negociações para um terceiro equipamento.

“O fato de estarmos em São Paulo também nos ajuda bastante a ganhar mercado e atender empresas do porte da Danone”, argumenta Monzani.

Ele acredita que muitas empresas devem migrar para o sleeve em breve. “Imaginamos crescer cerca de 15% neste ano. Digo isso porque dormimos e acordamos pensando no nosso negócio”.

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Luiz Osvaldo Urbano e o gerador de ozônio (Foto: Kleber Pinto)

Luiz Osvaldo Urbano e o gerador de ozônio (Foto: Kleber Pinto)

Há 22 anos da Fispal Tecnologia – a feira encerrou sua 25º edição na sexta-feira, 19 -, a DWA de Ascurra/SC apresentou dois novos produtos, que ampliam o portfólio da empresa de controladores de peso, detectores de metal e balanças de fluxo. Trata-se de gerador de ozônio e da iluminação por leds.

O diretor Luiz Osvaldo Urbano explica que “a DWA está sempre buscando soluções que ajudam a indústria a diminuir custos e aumentar produtividade.” Prova disso são as leds para iluminação de plantas. Cada led consome apenas 15w ante 80w das lâmpadas fluorescentes. “Isso representa uma economia de 70%, sem diminuição da qualidade da luz”, garante Urbano.

Segundo ele, o investimento é pequeno porque a empresa não precisa trocar toda sua iluminação de uma única vez. “Basta substituir a fluorescente pelo led sempre que a primeira queimar”, explica o diretor. “O led dura 100 mil horas. Isso é uma vida. Já a fluorescente tem apenas mil horas”.

O segundo lançamento da DWA é o gerador de ozônio para higienização e sanitização sem uso de produtos químicos. “Esse equipamento vai de encontro com a qualidade de vida porque oferece limpeza de embalagens sem o uso de produtos químicos que podem ferir a saúde. Sem contar as outras aplicações, como o tratamento de água”, pontua.

Segundo Urbano, a receptividade do equipamento foi excelente. “A indústria estava carente de uma solução como esta”.

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Estande da Weg (Foto: Kleber Pinto)

Estande da Weg (Foto: Kleber Pinto)

O estande da  Weg na Fispal Tecnologia 2009 tinha caráter totalmente institucional. Assim afirmou Paulo Donizetti, gerente de marketing da empresa de motores elétricos. “Estamos aqui para ajudar nossos clientes a vender mais”, brincou o executivo, se referindo aos parceiros que estavam com equipamentos Weg em suas máquinas.

Segundo Donizetti, a empresa optou por participar da Fispal para reforçar a marca e receber parceiros em seu estande/bar. Petiscos e bebidas foram servidos aos clientes que visitaram o espaço. “Essa é uma feira que preparamos antes, disponibilizando motores para grandes indústrias exporem suas soluções”, conta Paulo Donizetti.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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