Embalagem | Blog Pack - Part 41
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Design alternativo

Icone Consumo, Design, Embalagem | Por Tatiana em 16 de junho de 2010

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A vodka Absolut adora edições limitadas e agora apresenta um novo dabsolut_insanity_01esign desenvolvido por um artista independente. Daniel Brokstad, um fotógrafo e designer gráfico de Melbourne, Austrália, desenvolveu um trabalho visual ousado – Absolut Madness e Absolut Insanity – para a marca, que é certamente adorada pelos fãs da bebida.

“Eu fiz um design alternativo para a Absolut Vodka. Eu dediquei bastante tempo na finalização do design da garrafa, não-somente para mencionar que esta era a primeira vez que eu realizei um trabalho com modelos 3D e apresentar a garrafa com o design “fale com o artista”. “Quem sabe, talvez, é o começo de uma série emocional, que vai seguir a linha cidades”.

 

 

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Atuando no continuo desenvolvimento de avançados sistemas de selagem para atender os novos desafios em materiais de embalagens, proteção de produto, altas velocidades de linha e a preferência do consumidor por uso conveniente, a norte-americana Selig participa pela primeira vez da Fispal Tecnologia para apresentar as novidades de sua linha de selos de indução. Uma das novidades é o Lift´n´Peel™ – selo de indução de uma só peça com uma meia lua para fácil desprendimento -, que já é comercializado há mais de um ano nos Estados Unidos e na Europa, que oferece fácil abertura. Segundo Michael J. Hand, da MH Equipamentos e Serviços, empresa que representa a Selig no Brasil, esse sistema de abertura pode ser visto, no País, em produtos importados. “Oferece um valor agregado maior ao produto, além de um diferencial frente aos outros concorrentes”, afirma.

Outra novidade anunciada pela Selig é o selo de alumínio para latas apresentado como uma alternativa ao peel off. Hand diz que trata-se de uma alternativa que oferece um custo menor com as mesmas características de vedação. “Pode ser aplicado em qualquer formato de embalagem metálica. É um mercado muito interessante. Espero já ter a aplicação desse produto no mercado brasileiro em 2011. A expectativa em termos de volume é grande”, conta.

Para o segmento de café, a novidade é o AromaPeel™, um selo de indução de uma ou duas peças, com um selo secundário unido com polímero. “Esse selo também pode ter a aplicação do Lift´n´Peel™ para facilitar a abertura da embalagem pelo consumidor”, diz Hand. “O principal diferencial é a sua capacidade de preservar o aroma do café por um longo período na prateleira, ou seja, com o mesmo frescor do momento do envase do produto”.  O segredo, conta ele, está na laminação.

Por enquanto os produtos serão importados do Canadá, da Inglaterra ou dos Estados Unidos, onde estão instaladas as plantas fabris. “Mas, em um futuro breve, a intenção é construir uma unidade no Brasil para oferecer o material cortado”, adianta Hand.

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Para atender as necessidades do mercado por melhor qualidade de encolhimento, acabamento e visualização do produto, a Tectron aprimorou o túnel de encolhimento Band-it de rótulos sleeve, que chega à sua quarta geração, com o desenvolvimento da Band-it Plus.

A nova tecnologia já está no mercado, há seis meses, representando um sucesso de vendas. Quem conta é Gordiano Felizardo Filho, diretor da Tectron Brasil, que expôs a novidade na Fispal Tecnologia. “Hoje produzimos 20 unidades/mês desse equipamento, que já representa 60% das nossas vendas”, comemora.

O aprimoramento da máquina contemplou o redirecionamento interno, o maior comprimento da esteira (4 metros), o sistema de recirculação de ar e a vazão de ar. “Nós trabalhos durante um ano e meio para a realização dessas melhorias”, afirma o executivo. “O maior mercado para a tecnologia ainda é o segmento de cosméticos e alimentos, respondendo por 60% do negócio, mas a indústria química também vem crescendo a dois dígitos, nos últimos cinco anos”, revela.

O sucesso do equipamento vai além das fronteiras brasileiras. Felizardo Filho conta que o Band-it Plus já foi exportado, em 2010, para países da América do Sul, como Argentina, Colômbia e Chile, além de Portugal, na Europa. “No total, são oito equipamentos vendidos”, diz. “Os resultados só não são melhores por causa do câmbio desfavorável”.

Uma versão mini da Band-it Plus, que contempla os mesmos recursos tecnológicos, foi desenvolvida pela Tectron para atender as necessidades de pequenas e médias produções, ou seja, para até 60 frascos/min. Trata-se da Band-it Light. “Vendemos quatro unidades na Fispal Tecnologia. Três para o segmento de alimentos e uma para o setor de cosméticos”, revela. “Em 2010, a expectativa é crescer 15%”.

O Band-it Plus e o Band-it Light podem operar com embalagens de vidro, PET e PE e com filmes de PVC, PVC de alto encolhimento e PET.

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Três Ps – Promover, Proteger e Pouches –  conduzem as inovações no mercado americano de embalagens flexíveis.  Essa informação foi dada durante o Flex 2010 – Fórum Latino Americano de Embalagens Flexíveis – realizado ontem, durante a Fispal Tecnologia 2010.

Danny Beard, especialista em embalagens, afirmou que o mercado de embalagens flexíveis cresce de 4% a 5% ao ano, principalmente, nos segmentos de carnes, queijos e bebidas. “As embalagens do tipo pouches crescem rapidamente, atingindo 9% ao ano. Em 1999, elas respondiam por 20% do faturamento do mercado americano de flexíveis. Em 2009, 30% de um faturamento de US$ 20,7 bilhões”.

Por onde começar a inovar? Beard responde que há cinco drivers. “Atendendo as necessidades dos consumidores, sustentabilidade, funcionalidade, marca própria e custos”.

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Empresa privada com participação do fundo de investimento financeiro norte-americano Bain Capital e do fundo de gerenciamento de ativos CDH Investments, de Hong Kong, a Tralin Pak, fabricante de embalagens cartonadas assépticas, se apresenta ao mercado brasileiro na Fispal Tecnologia.

A operação da empresa, no Brasil, vai começar com um escritório, em São Paulo, como parte de seu plano de internacionalização. Mas, se a resposta do mercado for boa, a companhia pretende investir na construção de uma planta fabril de embalagens cartonadas assépticas por aqui. “A participação na feira está sendo muito boa. Já fizemos bons contatos, que resultaram em negócios”, afirma Luiz Fernando Magalhães, responsável pelo escritório da Tralin Pak Brasil.

A companhia produz somente embalagens cartonadas assépticas Brik para leites e sucos, nos volumes de 200 ml até 1000 ml. No formato slim, elas estão disponíveis em 200 ml, 250 ml, 330 ml e 1000 ml. “O papel cartão utilizado certificado pelos SFI e PEFC é fornecido pela Meadwestvaco”, garante Peder Bergrren, diretor de negócios internacionais da Tralin Pak.

Com três fábricas na China, duas na cidade de Shandon e uma em Mongólia, a Tralin Pak emprega mais de 700 funcionários e tem capacidade de produzir 8 bilhões de embalagens cartonadas assépticas/ano. “Mas essa capacidade pode ser expandida para 12 bilhões de embalagens cartonadas assépticas/ano”, afirma Berggren. “Hoje, a maior parte dessa produção é escoada no mercado chinês. As exportações, ainda em pequeno volume, são destinadas para Europa e Oriente Médio”. A empresa também conta com uma fábrica de máquinas, em Beijin, na China, desde 2007.

A expansão geográfica é acelerada. A próxima fábrica de embalagens cartonadas assépticas será instalada, na Alemanha, e deve começar a operar já em 2011. “Queremos ser uma empresa global dentro de poucos anos”, afirma otimista Berggren. Segundo ele, o crescimento anual é vertiginoso, chegando a 300% internacionalmente. “Em 2010, a expectativa é produzir até 6 bilhões de embalagens”.

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Resultado de uma pesquisa de mais de 30 meses, a nova embalagem de aço desenvolvida pela Metalgráfica Rojek em parceria com a faculdade de engenharia de alimentos da Unicamp, com o apoio da Fapesp, vai permitir que os alimentos processados no vapor (sem água) preserve mais os nutrientes dos produtos, além de possibilitar produzi-los sem sal ou com pouco sal, atendendo à demanda dos consumidores pela alimentação mais saudável.

Os ganhos são muitos. Sem o uso dos 130 ml de salmoura nas latas convencionais dos alimentos, a indústria de consumo tem menor desgaste das recravadeiras e o processo de fechamento ficou mais simples. Com a nova tecnologia, o volume de salmoura utilizado é bem reduzido.  Homero Ferracini Gumerato, pesquisador da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, diz que o volume de salmoura depende do alimento envasado. “Se o alimento absorve mais ou menos água. Para a soja é necessário 10 ml, já para a ervilha, 50 ml”, diz.

Sem o volume da salmoura, a lata de aço também encolheu o diâmetro em comparação à embalagem convencional. Ela apresenta 68 mm de diâmetro, enquanto a tradicional tem 73 mm. Para desenvolver a lata de aço, a Metalgráfica Rojek investiu em um novo equipamento de formação de lata.  “Essa redução no diâmetro oferece ganhos logísticos, pois as latas estão mais leves e o cliente pode transportar mais embalagens por carreto”, explica Luiz Antonio Cypriano, gerente técnico da Metalgráfica Rojek. “Por exemplo, num carreto de 27 toneladas, agora será possível transportar 109 mil latas. Enquanto no formato convencional são 72 mil latas”, completa.       

Além disso, o novo formato da lata de aço também propicia ganho energético no processo do cliente. Cypriano explica que é possível colocar 13% a mais de embalagens na autoclave, além de economizar 12% de shrink. Homero complementa: “A subida de temperatura para esterilização do alimento é mais rápida, reduzindo o tempo, ou seja, economizando mais energia”.  

O processo de alimentos cozidos no vapor sem salmoura já existe na lata recravada, mas na embalagem de aço com tampa abre-fácil, desenvolvida pela Metalgráfica Rojek, é uma inovação. A tecnologia foi patenteada. A novidade deve chegar ao mercado consumidor, em agosto, para o segmento de milho, ervilha e soja.

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O equipamento italiano de metalização, a Cromus Embalagens já havia adquirido há três anos. A empresa investiu R$ 150 mil no desenvolvimento de acessórios para oferecer a tecnologia de metalização registrada em embalagens flexíveis de poliéster e BOPP. Essa novidade apresentada, na Fispal Tecnologia, é destinada para o uso nos segmentos de alimentos e decorativo.

Nesse primeiro momento, segundo Eduardo Cincinato, presidente da Cromus Embalagens, a metalização registrada será usada no segmento de decorativos em uma infinidade de embalagens de presentes. Ele cita um exemplo. “No setor de postagem, os envelopes metalizados se destacam no meio de tantas correspondências”, diz.

Mas as possibilidades de acabamentos são diversas, como a composição de fosco e metalizado, brilho, ou ainda, utilizar logo metalizado para destacar a marca, além de janelas transparentes. “No setor de alimentos, o uso da metalização registrada é muito amplo. O reprint sobre a metalização permite a decoração com várias cores”, afirma o executivo.

“Essa solução é uma demanda do segmento decorativo por impressão das mesmas imagens dos dois lados da embalagem”, acentua Cincinato. “Já há fabricantes de chocolates interessados na metalização registrada que deve chegar ao mercado consumidor ainda este ano”.

Por enquanto, a capacidade de produção de embalagens flexíveis com metalização registrada é limitada. “Gira em 40 a 50 toneladas por mês”. Mas se a demanda aumentar, Cincinato diz que a empresa está preparada para investir na expansão para atender o mercado.

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Inovações que agregam mais valor. É com esse conceito que a multinacional alemã Festo lança, na Fispal Tecnologia, novos produtos para aplicação na indústria de máquinas de embalagem.  Entre os lançamentos estão: válvula compacta VUVG, a nova geradora de vácuo OVEM, o separador de condensado MS6-LWS e as válvulas sanitárias VZBB e VZFA certificadas pela FDA.   Os produtos serão inicialmente importados da Alemanha. Segundo Carlos Daniel Raymundo, diretor de vendas de pneumáticos da Festo, quando houver escala, os produtos poderão ser nacionalizados.  

Não são apenas mais simples produtos pneumáticos. O diferencial dessas novas tecnologias está integração de outras funções mais inteligentes, como o controle eletrônico que facilita a instalação nas máquinas de embalagem. “Há uma redução no tempo de instalação e maior economia. Isso favorece não-somente o cliente da máquina, como também o seu cliente”, afirma.  

Outra vantagem é a eliminação de cabeamento de várias válvulas por meio de redes de campo, além de uma ciclagem mais rápida, maior economia de ar comprimido e energia. “É um ganho em desempenho que beneficia toda a cadeia”, diz Raymundo.  “Acredito que esses lançamentos serão rapidamente absorvidos pelo mercado de máquinas de embalagem. A evolução do setor é constante, já que as empresas precisam concorrer de igual para igual no mercado externo”, completa.

Raymundo revela que o segmento de máquinas de embalagem para alimentos e bebidas é o segundo maior em importância no Brasil e no mundo. “Representa 18% do negócio da Festo no mundo. Este ano, a expectativa é que esse segmento cresça de 20% a 30% no Brasil em comparação ao ano de 2009”.

Anualmente, a Festo investe 7,5% de seu faturamento de cerca de US$ 2,4 bilhões em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e processos. A empresa tem no Brasil se quarto maior mercado, onde atua desde 1968.

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De olho no mercado brasileiro que oferece um ambiente favorável do ponto de vista econômico e desenvolvimento de negócio, a Sig Combibloc anunciou na Fispal Tecnologia 2010, o início da construção de sua primeira fábrica no Brasil, na cidade de Campo Largo, no Paraná. O investimento total será de 90 milhões de euros, até 2016, e permitirá a produção de pelo menos dois bilhões de embalagens por ano.

 A primeira fase – construção de 12 mil m2 – será inaugurada já no segundo semestre de 2011, com capacidade para produzir um bilhão de embalagens. Também serão contratados 225 funcionários. Nessa primeira fase, a empresa vai empregar 225 pessoas, mas até o final do empreendimento, serão 300 funcionários e 24 mil m2.

Segundo Rolf Stangl, CEO global da Sig Combibloc, o Brasil é visto como uma das melhores oportunidades de investimento e de crescimento. “Sua necessidade para alimentos em embalagens longa vida está crescendo e, depois da china, o Brasil tem o maior consumo de produtos em embalagens cartonadas assépticas: cerca de 10 bilhões de unidades ao ano”.  

Na primeira fase de operação, a fábrica vai produzir os formatos combiblocStandard, combiblocMId e combifitiMidi de 1 litro. Luciana Galvão, gerente de marketing da Sig Combibloc, na segunda fase, serão produzidos os formatos menores de 125 ml a 350 ml.

Mesmo com a construção da fábrica no Brasil, o fornecimento de papel cartão continuará sendo importado da Escandinávia, segundo o CEO global. “Em médio prazo, podemos trabalhar com fornecedor local”, afirma.

Ricardo Rodriguez, head da Sig Combibloc América do Sul, destacou as ações da empresa com o foco em fazer a diferença. “Desde 2003, quando chegamos ao Brasil, realizamos importantes inovações que contribuíram para o aperfeiçoamento do segmento de leite UHT, com novos formatos e sistemas de aberturas”. “Nós lançamos a primeira embalagem asséptica com pedaços. Até então, ela era usada somente para alimentos líquidos”, acentua.

Nova tecnologia o envase de pedaços de fruta

Com o objetivo de atender a demanda de adicionar valor perceptível para os consumidores, processadores e varejo, a empresa desenvolveu a tecnologia drinkplus, uma solução que possibilita o envase de pedaços verdadeiros de frutas, vegetais e cereais em grãos em bebidas acondicionadas em embalagens cartonadas assépticas.

A tecnologia possibilita o envase de produtos com até 10% de partículas e os pedaços podem ter até 6 mm de comprimento e diâmetro. Outra vantagem é o canudo que é compatível com o tamanho das partículas que permite o consumo de bebida de forma bastante conveniente e on-the-go. “Na China, a tecnologia já foi utilizada para o lançamento de um iogurte com pedaços de nata de coco, em 2006/2007. Essa novidade motivou a importação dessa ideia para outros países”, afirma Rodriguez.

No Brasil, a Sig Combibloc realizou teste com o mercado consumidor que aceitou bem a nova experiência de consumo. Três conceitos foram testados: iogurte com pedaços de frutas, suco de pêssego com pedaços e chocolate com flocos de coco. “Os brasileiros viram a novidade como um produto natural, que é feito em casa, ou uma sala de frutas”, diz Diana Bechtold, gerente global do segmento de lácteos da Sig Combibloc.

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 Tampa PEADSustentável por natureza é o conceito lançado pela multinacional sueca Tetra Pak, na Fispal 2010, refletindo o comprometimento da empresa com o desenvolvimento sustentável. “A sustentabilidade está no nosso DNA”, diz Eduardo Eisler, diretor de marketing da Tetra Pak. “Isso significa se preocupar com toda a cadeia de sustentabilidade, ou seja, com os três pilares: social, econômico e ambiental”.

Um dos reflexos desse compromisso de minimizar os impactos ambientais é o volume de embalagens produzido com o selo FSC. Este ano, segundo o executivo, serão produzidos 4 bilhões de embalagens com o selo FSC”.

Dentro do conceito verde, a Tetra Pak dá um passo importante ao ser pioneira no uso de tampa de polietileno de alta densidade (PEAD) verde. “É a primeira empresa de embalagem cartonada para alimentos líquidos do mundo a adotar essa tampa de etanol”, afirma Eisler.

De um acordo firmado no ano passado com a Braskem, fornecedora da resina de etanol, a empresa deve apresentar ao mercado a novidade em 2011. A planta dessa resina começa a operar em setembro deste ano, em Triunfo, no Rio Grande do Sul. Por enquanto, estão sendo feitos testes pilotos, com um start-up de 200 mil toneladas.

Entre outras inovações está a embalagem Tetra Brik® Aseptic Mid com tampa de rosca moldada por injeção direta. “Ela chega ao Brasil com a tampa FlexiCap para produtos que não podem agregar muito custo”, diz Eisler. “A Elegê é a primeira empresa a adotar essa embalagem no País”. A solução inovadora da tampa de rosca faz uso do sistema DIMC (Direct Injection Moulding Concept), ou seja, um sistema que permite a injeção da tampa diretamente ao material de embalagem, dentro da máquina de envase.

A embalagem Tetra Top® HAAD foi desenvolvida para produtos de alta acidez, como refrescos, chás e isotônicos, sem necessidade do uso de conservantes e de refrigeração, por até seis meses. Além do novo ultrapasteurizador de baixa capacidade Tetra Therm Aseptic® Primo destinado a novas unidades produtivas e a pequenos laticínios.

Essas inovações, segundo Eisler, são resultado de um compromisso da empresa com o consumidor. “Nós realizamos pesquisas para identificar de que forma o consumidor quer consumir o produto e a gente tem que traduzir isso na embalagem”, revela. Um estudo recente mostrou os atributos mais valorizados pelos consumidores nas embalagens de leite. Para 20%, abrir e fechar; 19% proteção; 14% fácil de servir e 12% fácil de abrir.

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SOBRE O BLOG DA PACK

O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

THAIS MARTINS

Formada em Jornalismo e pós-graduada em Comunicação Empresarial, Thais Martins desenvolve há mais de 15 anos estratégias de comunicação para grandes marcas por meio de diversas ferramentas, como assessoria de imprensa, mídias sociais, ações de relacionamento, eventos etc. Com 10 anos de experiência no lado editorial, também atua como editora-chefe em veículos de diferentes áreas, como saúde, moda, beleza, aço, alumínio e, agora, no setor de embalagens.

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