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basf

A linha de copolímeros em bloco de estireno-butadieno (SBS) Styrolux® HS 70 é uma inovação da Basf apresentada durante a K 2007 – feira internacional de plásticos, realizada em Düsseldorf, na Alemanha – que agora ganha a sua primeira aplicação na Europa. A fabricante italiana de filmes Axial começa a produzir filmes shrink com esse material e está também distribuindo para os principais convertedores. A Sutter, por exemplo, é um produtor italiano de produtos de limpeza que está usando o material para decorar as embalagens. 

 

A Axial decidiu utilizar o novo material porque otimiza o encolhimento do filme em comparação com os outros blendes de SBC/PS disponíveis no mercado. O filme feito de Styrolux® HS 70 oferecem capacidade de encolhimento de até 80%, o que permite aos convertedores trabalhar com um amplo espectro de shapes de embalagens. “Nosso cliente Sutter que sempre utilizou o filme de PET para a produção de rótulo sleeve, agora está experimentando o filme feito com Styrolux® HS 70. O material eliminou o efeito “sorriso” – dobra, por exemplo, no gargalo da garrafa -, geralmente encontrado na transição de grandes diâmetros  para pequenos diâmetros em embalagens de geometria complexa”, explica Marco Ruspa, gerente técnico da Axial.  Além disso, esse material é muito leve, produzindo mais de 30%/kg de filme em comparação ao PET ou PVC e não requer nenhum processo de pré-secagem, garantindo eficiência energética e custo-benefício.  

 

O Styrolux® HS 70 tem sido especialmente otimizado para uso em filmes shrink de alta qualidade. O material combina excelentes propriedades ópticas e mecânicas, como por exemplo, alta transparência e brilho, além de grande rigidez e resistência.

 

 

 

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Bee simple

Icone Design, Embalagem | Por Tatiana em 4 de fevereiro de 2009

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honeydropA cultura do “menos é mais” ganha cada vez mais espaço não só no design, como também no branding. Com o intuito de se destacar nas gôndolas, a americana de sucos orgânicos Deluxe Honeydrop contratou empresas que seguem essa tendência para reformular sua embalagem, rótulo e arte.

 

A reformulação começou na arte e no conceito do produto, que ficou a cargo da agência Pearlfisher. Por ser um produto orgânico, a empresa aproveitou o trocadilho com a palavra “Bee” (abelha, em inglês) nas expressões “Bee Good” (seja bom), “Bee Alive” (fique vivo), “Bee Calm” (fique calmo) e “Bee Strong” (fique forte).

 

Gráficos simples inspirados no universo das abelhas foram impressos em seis cores pela DWS Printing em rótulos fabricados com material da ExxonMobil Chemical. As garrafas em PET são da Amcor PET Packaging.

 

 

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Em conjunto com a Semana Européia de Energia Sustentável – promovida pela Comissão Europeia de Energia e Transporte, que acontece de 9 a 13 de fevereiro – a Tetra Pak e o Carrefour acabam de lançar uma campanha de conscientização dos consumidores que será divulgada em mais de 600 lojas do grupo varejista na Espanha, na França, na Bélgica e na Itália. As embalagens cartonadas de sucos e de leite também vão estampar a Campanha de Energia Sustentável, bem como dicas ecológicas. “A ação conjunta com a rede varejista tem como objetivo dar um exemplo prático do papel da embalagem para mostrar aos consumidores como combater as alterações climáticas, poupando energia e utilizando recursos renováveis”, explica Erika Mink, diretora de meio ambiente da Tetra Pak Europa. “Com informações e mensagens, a embalagem pode influenciar na mudança de atitude do consumidor”.

 

Véronique Discours-Buhot, diretora de sustentabilidade do Carrefour comenta: “Nós reconhecemos que  como líderes varejistas na Europa, temos responsabilidade de gerir o impacto direto causado ao meio ambiente e reduzir o nosso uso de energia. Podemos promover ações com os fornecedores e ajudar muitos clientes a reduzir o consumo de energia”.

 

Essa campanha é a mais recente ação da Tetra Pak como parte da estratégia estabelecida pela companhia para reduzir o impacto da mudança climática. Como membro do Programa WWF´s Climate Savers, a empresa aumentou em 23% a eficiência energética na produção de materiais de embalagem e utiliza energia verde certificada. Atualmente seis plantas industriais de materiais de embalagem estão usando energia verde ou comprando certificados de energia renováveis. Dessa forma, a Tetra Pak caminha para atingir o seu objetivo de reduzir em 10% a emissão de CO2 em 2010.

O Carrefour também está fazendo bons progressos na redução do consumo de energia em suas lojas, trabalhando para diminuir em 20% até 2020.

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Mais saúde nas lancheiras das crianças

Icone Consumo, Embalagem | Por Margaret em 3 de fevereiro de 2009

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Novos padrões de alimentação nas escolas representam o motor de inovação das lancheiras das crianças, carregando, por exemplo, mensagens sobre alimentação saudável, de acordo uma pesquisa da Mintel.

 

Os produtos que oferecem conveniência; podem ser consumidos em movimento; e que se  enquadram na categoria dos naturais estão abrindo oportunidades de desenvolvimento para a indústria de alimentos e de bebidas.

Durante o ano passado, o governo do Reino Unido pressionou as escolas para aconselhar os pais sobre o que eles deveriam incluir na lancheira das crianças.

 

A pesquisa da Mintel constatou que, embora os pais não estejam satisfeitos com a intervenção, ela parece ter tido “um efeito positivo sobre as suas opções de alimentos para a lancheira.

 

A campanha cinco dias de frutas e legumes foi um motor essencial no desenvolvimento de produtos para as crianças para o mercado de lanches para a criança.
 
Os formatos que atendem às necessidades dos consumidores por conveniência e consumo on-the-go – como, por exemplo, os bolos embalados individualmente – são excelentes soluções.

Também os aspectos de portabilidade e packability foram particularmente importantes para esse negócio. 

O setor também está preocupado com a proibição de açúcar e adoçantes artificiais nos lanches das crianças nas escolas, motivando marcas de sucos a se adaptarem e impulsionarem a tendência de baixo índice de açúcar nas bebidas infantis.

 

Recomendações do governo

Em 2008, a Escola Food Trust  - que pertence ao Departamento de Crianças, Escolas e Famílias do Governo Britânico – recomendou uma política saudável e nutritiva para as lancheiras das crianças.

Um estudo com 532 pais ou responsáveis legais de crianças, com idade entre quatro a 16 anos, mostrou que em 2006, 66% das mães tentaram dar alimentos saudáveis aos seus filhos. 86 % disseram que vão atingir esse equilíbrio de oferecer produtos naturais, enquanto apenas 10% dizem que seus filhos não estão comendo esses alimentos.

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Um estudo conduzido pela empresa de pesquisa britânica Campden BRI e pela Universidade de Bath revela que é possível reduzir o desperdício de embalagem por meio de maior eficiência de selagem da embalagem. Alan Campbell, gerente da Campden BRI, afirma que será possível “salvar” 39 mil toneladas de resíduos que iriam para aterros sanitários. “Estamos avaliando a eficácia da sobresselagem a fim de melhorar a integridade da selagem e diminuir o uso de material”, diz. Além disso, conta ele, a pesquisa está avaliando como melhorar a maquinabilidade desses materiais em máquinas de form-film-seal e a performance de filmes biodegradáveis.

Campbell disse que 50% do fundo para a pesquisa vem do Departamento Rural, Alimentos e Ambiente (Defra) e outros 50% é derivado de um consórcio entre a fabricante de alimentos United Biscuits, a fabricante de equipamentos Hayssen Sandiacre Europe e o fornecedor de embalagem Amcor.  “Os benefícios para os nossos parceiros da indústria são consideráveis. Eles vão entender melhor os métodos de selagem e os materiais biodegradáveis, podendo modificar as máquinas de embalagem e os materiais de acordo com os resultados da pesquisa”. A pesquisa será concluída em 2010.

 

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kelloggs Em parceria com varejistas de Detroit, nos Estados Unidos, a Kellogg Company acaba de iniciar um período de testes de seis meses para a nova embalagem da sua marca de cereais. O diferencial da caixa está no seu tamanho, que otimiza o espaço nas gôndolas, oferecendo a mesma quantidade de alimentos. Essa iniciativa marca a inovação mais significativa em caixas de cereais desde 1950. “O teste dessa nova embalagem é parte do nosso compromisso contínuo para identificar soluções que nos ajudam a atender as necessidades dos nossos parceiros varejistas e consumidores”, afirma Kim Miller, vice-presidente de marketing da Kellogg Company. “Para mediar o sucesso do teste, vamos avaliar a aceitação dos consumidores, o feedback dos varejistas e a eficiência interna”, adiciona o executivo.

 

 

A nova embalagem foi concebida para atender melhor a demanda dos consumidores por mais espaço para armazenar produtos em seus armários. Além disso, o seu redesenho permite aos varejistas oferecer mais variedades de produtos para os consumidores nas gôndolas e também protege e preserva os recursos naturais, já que utiliza 8% menos material por embalagem de cereal.

 

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O frescor do bom e velho saquinho de leite

Icone Design, Embalagem | Por Tatiana em 29 de janeiro de 2009

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lete_holandesSabe aquelas pequenas coisas que nos remetem à infância? Os tradicionais saquinhos plásticos de leite sempre estiveram entre as minhas recordações da juventude. No entanto, as embalagens cartonadas ganharam mercado e os saquinhos ficaram limitados às empresas de atuação regional.

 

Mesmo assim, nada impediu que as empresas menores ficassem fadadas aos antigos preceitos do design. A Laticínios Holandês, de Santa Catarina, por exemplo, entregou seu principal produto – o leite – nas mãos da O3 Design para renovar sua identidade e embalagem. Eles não eram alterados há mais de duas décadas!

 

Desde dezembro de 2008, os supermercados catarinenses recebem as novas embalagens do leite da Laticínios Holandês. O produto não perdeu sua identidade, muito menos seu valor de mercado. Ao contrário, nos faz lembrar como o tradicional pode ganhar um certo frescor e refinamento.

 

“Buscamos ressaltar a palavra ‘leite’ com letras grandes e brancas sobre uma tarja vermelha para que o consumidor consiga achar rapidamente o produto no ponto de venda. Por meio das cores e da composição, criamos um estilo elegante e ao mesmo tempo alegre, passando a ideia de frescor e de natureza. Também ressaltamos os principais atributos do produto, como a característica do nome Holandês com uma paisagem rural holandesa”, explicou Gabriel Inler, da O3 Design.

 

logo_holandesInler e sua equipe levaram 30 dias para redesenhar a arte da embalagem e acertar o novo logotipo. “Iniciamos o projeto refinando o logotipo da empresa, melhorando o desenho da vaca e readequando as cores em busca da padronização e harmonização com os diferentes produtos da empresa”, detalha o designer, que foi procurado pela Laticínios Holandês. “Também redesenhamos outros produtos da empresa que serão lançados em breve”.

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O Centro de Avaliação Tecnológica da Suíça (TA-SWISS) está exigindo que a legislação existente sobre alimentos e produtos químicos deve ser adaptada para satisfazer as exigências da nanotecnologia. O Centro está conduzindo um estudo sobre nanomateriais de embalagem e aditivos alimentares em uso na Suíça. 

Tendo em vista o fluxo internacional de mercadorias, o relatório Nanotecnologia no Setor de Alimentos, concluiu que é necessária regulamentação no que diz respeito as nanopartículas em embalagens e produtos.

Falta de conscientização

A equipe do projeto liderado por Martin Möller – um pesquisador do Öko-Institut (Instituto de Ecologia Aplicada) da Alemanha – alega que a tecnologia tem sofrido de falta de compreensão pública, já que os consumidores têm mostrado preocupação sobre a segurança de algumas das aplicações.

 
Eles alegam que é necessário tomar uma atitude. Os fabricantes e varejistas precisam ajudar para aliviar o sentimento de desconfiança por parte do público. “Os fabricantes, processadores e comerciantes de alimentos e de embalagens com nanocomponentes poderiam, por exemplo, adotar códigos de conduta específicos do setor “, argumentam os pesquisadores.

 
Mercado em potencial

Segundo estimativas da Comissão Européia, o mercado de nanotecnologia poderá chegará a € 750 bilhões até € 2 bilhões até 2015, além de abrir em torno de 10 milhões de novos postos de trabalho.

No setor da embalagem, o uso de nanopartículas está em estágio mais avançado do que na produção de alimentos.

Na forma de filmes compostos, nanorevestimentos finos de alumínio, ou óxido de alumínio, as nanopartículas protegem salgadinhos ou chocolate contra oxigênio e vapor de água. Elas também são utilizadas em garrafas PET para melhorar as propriedades de barreira contra oxigênio.


Migração em alimentos
Os pesquisadores revelam que as nanopartículas podem migrar de materiais de embalagem para alimentos, dependendo da forma como a nanocamada é aplicada. “Em termos gerais, deve dizer-se que, no caso de filmes laminados com uma nanocamada de silicato de plástico, é menos provável que as nanopartículas migrem para os alimentos”, explicam os pesquisadores.

“Mas quando o alimento está em contato direto com a nanocamada, há um maior risco”.


Potencial sustentável

A equipe de pesquisadores revelou ainda que o estudo realizado pela Öko-Institut especialmente para a pesquisa sobre nanotecnologia da TA-SWISS comparou a emissão de C02 durante o ciclo de produção de latas de alumínio, garrafas de vidro descartáveis e garrafas PET com nanotecnologia. O resultado mostrou que as garrafas PET com nanotecnologia apresentam maior benefício ao equilíbrio de CO2. “Na fabricação, transporte e reciclagem, as garrafas PET com nanotecnologia geram cerca de um terço a menos de gás efeito estufa em comparação às latas de alumínio e cerca de 60% em comparação às garrafas de vidro”, afirmam os pesquisadores.

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Nefab adquire empresa francesa de embalagem

Icone Embalagem | Por Margaret em 28 de janeiro de 2009

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A Nefab assinou um acordo de aquisição da francesa Nairod, que produz uma ampla linha de contêineres de aço para transporte, armazenamento e manuseio, e movimenta 3 milhões de Euros.  O objetivo da Nefab França é usar a Nairod para atuar na região de Rhones Alpes.

 

A aquisição vai ampliar a expertise técnica e a linha de produtos da Nefab, oferecendo uma nova competência em design de embalagem e produção de contêineres de aço no mercado francês. “Essa compra vai fortalecer a presença da companhia na Europa e também capacitar a Nefab França a oferecer os seus produtos para grupos industriais internacionais”, afirma Stefan Ekqvist, CEO da Nefab.

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Os produtores e associações de embalagem reivindicam melhorias de custo, desempenho e propriedades de barreira de umidade dos bioplásticos, assim como mais investimento em tecnologia para evitar a contaminação de resíduos de reciclagem, o que vai permitir que a indústria possa competir mais eficazmente com os plásticos convencionais.

Os bioplásticos são derivados de fontes renováveis como óleo vegetal, amido de milho ou fécula de ervilha. No entanto, muitos são dependentes dos combustíveis fósseis para gerar energia para a sua fabricação.


Christophe Doukhi de Boissoudy, presidente do Club des Bioplastiques, acredita que com mais investimento em pesquisa e desenvolvimento para o ajuste fino dos bioplásticos será possível que esses materiais se tornem tecnologicamente e ambientalmente competitivos. “Os produtores de embalagens de bioplásticos esperam a estabilização de seu preço até 2015”.

 

 


Mercado

Entretanto, o BCC Research Group disse que o mercado de plásticos biodegradáveis, em termos de volume, atingiu 541 milhões de libras em 2007, e espera-se que chegue a 1,2 bilhões de libras em 2012.

Analistas de mercado da Freedonia afirmam que a demanda de polímeros naturais irá crescer 7,1% anualmente, movimentando US $ 4 bilhões em 2012 devido em parte à expansão das melhorias de tecnologias de produção de materiais como o PLA.


O PLA terá um crescimento significativo em áreas como a embalagem termoformada.

 


Degradação

A maioria dos bioplásticos só degrada em condições  rigorosamente controladas de unidades comerciais de compostagem. Uma norma acordada internacionalmente, EN13432, define quão rapidamente e em que medida um plástico deve ser degradado sob condições de compostagem comerciais para ser chamado biodegradável.


Não há nenhuma norma aplicável para condições de compostagem doméstica de bioplásticos.

 

A Novamont, fabricante italiana de bioplástico disse que para produzir um quilo de seu produto à base de amido utiliza 500g de petróleo e consome cerca de 80% da energia necessária para produzir um polímero de polietileno tradicional.


E a NatureWorks, fabricante do bioplástico PLA, diz que para produzir o PLA há uma economia de combustíveis fósseis entre 25 e 68% em comparação com polietileno, em parte devido à sua compra de certificados de energia renovável para a sua fábrica.

 

Segundo a empresa, o seu PLA pode ser fisicamente reciclado e compostado através de processos industriais e os resíduos incinerados por meio de sistemas de energia. Também pode ser reciclado quimicamente, voltando a ser uma base monomérica de ácido láctico.

 

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O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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