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 Reforçando seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade, a Bunge Alimentos acaba de colocar no mercado o creme vegetal Cyclus Nutrycell, com a primeira embalagem termoformada biodegradável. Ela é feita de PLA (poli-ácido lático), obtido da fermentação do amido de milho, e se decompõe em até 180 dias, após exposição ao calor, umidade e aos microorganismos em contato com o oxigênio. Produzido pela Cereplast, o PLA é importado dos Estados Unidos. Segundo Adalgiso Teles, diretor corporativo da Bunge, existe uma necessidade global que conduz indústrias e empresas a operarem de modo cada vez mais sustentável. “Por meio da embalagem biodegradável, unimos a saudabilidade, característica da linha Cyclus, à responsabilidade ambiental. É um ciclo ideal que, além de revolucionar o mercado brasileiro de alimentos, consolida, mais uma vez, a política de sustentabilidade e preservação do meio ambiente da Bunge no Brasil”, diz o executivo.

 

No Brasil, a iniciativa pioneira da Bunge Alimentos demandou mais de dois anos de estudo das equipes de planejamento, pesquisa e desenvolvimento, industrial, suprimentos e marketing da empresa, além da realização de parceria com fornecedores de resinas e da embalagem (Poly-vac, Emplal e Fibrasa). “No projeto piloto foram produzidos 8 mil e 400 embalagens por mês, que representam 10% do volume total. A partir de setembro, toda linha de margarina Cyclus já estará embalada em embalagem biodegradável”, afirma. No futuro, a empresa pretende estender a inovadora resina em outras linhas de produtos.

 

O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Embalagem (Cetea) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizaram testes de biodegradabilidade e atendimento às normas brasileiras e internacionais de embalagem para contato com alimentos.

 

Para operar com os potes biodegradáveis em toda a produção, o processo industrial teve que ser adaptado, com aquisição de máquinas, moldes, e processo de impressão. Sem revelar números, Teles diz que o investimento exigiu alguns milhões. Segundo Hélio Issamu Kinoshita, da área de pesquisa e desenvolvimento de embalagem da Bunge Alimentos,  o PLA tem propriedades físicas e mecânicas diferentes do polipropileno (PP). “A resina é mais rígida, além de oferecer melhor barreira ao oxigênio. A sua densidade também é maior com relação ao PP, por isso tivemos que adequar a sua gramatura para compatibilidade ao processo de produção e na cadeia de distribuição”, revela Kinoshita.

 

  

   

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Korsnäs premia estudantes de design de embalagem

Icone Design, Embalagem | Por Margaret em 15 de julho de 2009

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korsnas-260 estudantes de design da Université de Reims (IUT) participaram do Prêmio Korsnäs Packaging Impact Design. 150 convidados conheceram uma impressionante exposição de embalagens e displays e dura competição para o primeiro prêmio – uma viagem para Estocolmo e para a linha de produção do papel cartão Frövi da Korsnäs.

 

 

 

A Korsnäs convidou vários grandes players para participar da cerimônia de premiação. Fabrice Peltier, uma especialista em design de embalagem com sua própria galeria de embalagens, falou sobre design de embalagem e as ferramentas disponíveis para os designers: shape, cores, logos, texturas, etc. JL Arizollah, um especialista em estratégia de marca e design, liderou um painel de debate sobre embalagem inteligente, enquanto Camille Guébhard, gerente de embalagem e display da Nuxe, representou os donos de marcas, discutindo como a estratégia de marketing da Nuxe evoluiu para uma grande e eficaz exposição no ponto-de-venda.

 

Génebaud Gérandal, instrutor de design de embalagem, guiou os estudantes do começo ao fim em seus projetos, entendendo o briefing para finalizar os protótipos. De acordo com ele, a competição adiciona um tempero para a educação: “O prêmio é um projeto eficaz de aprendizado em que os estudantes entendem como podem fazer uma embalagem mais inteligente, profissional e inspiradora. 

 

A competição foi altamente competitiva, com muitos trabalhos de alta qualidade. O primeiro prêmio foi concedido a um conceito de embalagem para cosméticos, que combina alto impacto com o famoso fator surpresa. Julie Chevalier, Marine Le Noach e Joseph Simonutti podem esperar ansiosamente pela viagem à capital da Suécia e à viagem a fábrica da Korsnas.

 

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A Ball Corporation anunciou a assinatura de um acordo com a Anheuser-Busch InBev (AB InBev) para aquisição de quatro plantas industriais, que produzem latas para bebidas, nos Estados Unidos, no valor de US$ 577 milhões.

No primeiro ano de operação, a empresa espera que as plantas fabris gerem rendimento e Ebitda de aproximadamente US$ 680 milhões e US$ 94 milhões, respectivamente. As fábricas produzem anualmente perto de 10 bilhões de latas de alumínio e 10 bilhões de tampas easy-open. Mais de dois terços das latas são destinadas para indústrias fabricantes de refrigerantes e o restante da produção para a AB InBev.

A transação deve ser concluída até o final do ano ou no começo do primeiro trimestre de 2010. “Essa aquisição está alinhada à nossa estratégia de crescimento dos negócios de latas de bebidas no mundo”, diz R. David Hoover, presidente e chefe-executivo da Ball Corporation.

A Goldman, Sachs & Co e a J.P. Morgan Securities Inc. são conselheiros financeiros interinos nessa transação da Ball. Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP e Axinn, Veltrop & Harkrider LLP são conselheiros jurídicos interinos.

A Ball Corporation emprega mais de 14 mil pessoas em todo o mundo e as vendas em 2008 foram de aproximadamente US$ 7,6 bilhões.

 

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Linguagem Braille em embalagens

Icone Embalagem, Resposta do Guru | Por Tatiana em 7 de julho de 2009

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Guru da revist Pack

Olá,

 

Gostaria de saber quais são as novidades em aplicação e quais empresas estão utilizando o Braille em suas embalagens.
Grato!

[Castro Neto | Nufarm Indústria Química e Farmacêutica S/A, Engenharia de Envase ]

Prezado Castro,

Considerando que temos no Brasil mais de 16 milhões de deficientes visuais, a linguagem Braille está sendo cada vez mais utilizada em diferentes tipos de embalagem como cartuchos, rótulos, filmes plásticos, etc. Por isso a cada dia surgem novas soluções para aplicação do Braille nos mais variados tipos de embalagem, a medida que aumenta a necessidade de atender cada vez mais e melhor os consumidores com deficiência visual.

Atualmente muitas empresas como Johnson & Johnson, Grupo Pão de Açúcar, Ache, Sadia, Natura entre outros já estão utilizando o Braille em suas embalagens visando melhorar a acessibilidade a seus produtos, mas principalmente a inclusão social dessas pessoas.

Atenciosamente,

Paulo E. Pereira*

 

logo_prodesign_blog_pack* Paulo E. Pereira é diretor da agência ProDesign, de São Paulo.

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A rede britânica de supermercados Sainsbury vai reduzir o peso das embalagens dos produtos em 33% até 2015 e, para isso, vai fiscalizar os processos.

O supermercado já substituiu a caixa do cereal Basic Rice Pops por uma embalagem plástica individual 100% reciclável e planeja introduzir essa mudança em outros cereais.

A embalagem de papel cartão de pratos prontos, como pizzas, também será reduzida.

De acordo com o supermercado, essa ação vai permitir a redução do uso de mais de 50 mil toneladas de material de embalagem ao ano. 

 



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 A Nestlé se uniu a diversos parceiros industriais para patrocinar uma pesquisa sobre bioplásticos, que será realizada pela Ecole des Mines, de Paris, na França, que tem amplo conhecimento sobre as propriedades físicas e químicas dos polímeros, assim como sobre o seu processamento. Esse tipo de colaboração é a primeira do tipo, realizada no mundo, na ciência dos bioplásticos.  Esse programa de pesquisa vai estudar as propriedades dos polímeros derivados de recursos renováveis, bem como suas aplicações industriais. “Nós consideramos que esse é o começo de uma nova era dos bioplásticos. Hoje, nós estamos apenas começando uma longa jornada em pesquisa e desenvolvimento. Ainda há muito trabalho científico e técnico para ser feito até obter materiais que realmente possam atender aos requisitos de uma embalagem de alimentos e que sejam utilizados em larga escala”, explica Anne Roulin, diretora global de embalagem da Nestlé. 


Além da contribuição financeira de 60 mil euros/ano por cinco anos, a Nestlé vai trazer para o mercado uma longa experiência em bioplásticos e fortalecer o conhecimento na área de embalagem com essa parceria.

Nestlé e bioplásticos
 A Nestlé está comprometida com a contínua redução do impacto ambiental de seus produtos. Os materiais de embalagens derivados de recursos renováveis, como bioplásticos, são um dos caminhos para atingir esse objetivo. 

 

O novo programa de pesquisa é um complemento das parcerias existentes entre a Nestlé com seus fornecedores de materiais. A empresa já introduziu materiais bioplásticos em produtos selecionados. Por exemplo, a Nestlé trabalhou com a Uflex, fornecedor indiano de embalagem, para introduzir um filme PET, produzido  com 30% de melaço da cana-de-açúcar.   Esse material foi utilizado em sachês e pouches na Índia e alguns outros países da Ásia em aplicações como macarrão, sopas e molhos Maggi. O filme PET também é 15% mais fino em comparação ao padrão mundial de 12 micra.
 

A introdução de outros materiais bioplásticos vai continuar, afirma a Nestlé, sempre que a empresa encontrar altos padrões de qualidade e de segurança para proteger o produto e quando existe o benefício real ao meio ambiente.

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O que as empresas de embalagens da China e do Japão estão fazendo? Para onde elas estão caminhando? A proposta é saber o que é possível fazer por aqui e ir além. Esse foi o objetivo do seminário sobre as embalagens da China e do Japão, segundo Assunta Napolitano Camilo, diretora da consultoria FuturePack e do Instituto de Embalagens. O evento foi realizado hoje, no auditório da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plásticos), em São Paulo.

 

No Japão, um conjunto de fatores dita os desenvolvimentos em embalagens. São eles: 96% da população urbana, grande população de idosos, e falta de espaço nas casas, que são pequenas. Por conta disso, as embalagens apresentam formatos pequenos e trazem atributos de praticidade e conveniência visando a facilitar o manuseio pelos consumidores. “Além disso, as embalagens japonesas são primorosas no quesito visual, apresentando excelente qualidade de impressão. Elas também atendem as tendências de conveniência, estilo de vida, segurança, saúde e meio ambiente”, afirma Assunta. Um bom exemplo de conveniência é o retortable com zíper, que pode ser utilizado várias vezes pelos consumidores, e a embalagem cartonada de tofu  - conhecido como queijo de soja – que é bastante empregado no Japão, dispensa a cadeia do frio e oferece maior shelf life.

 

Na China, outros aspectos influenciam o desenvolvimento de embalagem. Por exemplo, as distâncias continentais e a maior população rural, que abriram o mercado para pouches retortable e o pouch asséptico. Elas dispensam a cadeia do frio, conferindo vida útil maior aos produtos. “Com o grande número de analfabetos no País, a indústria chinesa de embalagens teve que desenvolver pouches com janelas para que eles pudessem visualizar o alimento que estavam comprando”, explica Assunta.

 

Os chineses também exploram bem os conceitos de embalagem bem-sucedidos de uma categoria para outra categoria, como revela a diretora. Ou seja, a proposta é apostar em novas aplicações. É o que fez uma fabricante de preservativos ao adotar uma embalagem de papel cartão, com sistema de abertura flip-top, aplicação bastante utilizada pela indústria de cigarros. “Outro bom exemplo é a embalagem de papel cartão com alça para detergente em pó”, diz.

 

 

Para refletir

Durante o debate, que contou com a participação de José Ricardo Roriz, diretor-presidente da Vitopel, e Merheg Cachum, presidente da Abiplast, mais aspectos relevantes sobre o mercado de embalagem da China e do Japão foram discutidos.

Roriz destacou que os dois países experimentam estágios distintos de desenvolvimento do setor. “Hoje, a China está bem mais atrasada em relação ao Japão, apesar de ter os equipamentos mais modernos para produzir embalagem. Enquanto, o Japão tem uma das tecnologias mais antigas, mas as embalagens são melhores”, afirma. Segundo ele, isso acontece porque a China ainda está produzindo embalagens para distribuir alimentos para a sua população, mas muito em breve, o País poderá passar a desenvolver embalagens de melhor qualidade.  “A China ainda não utiliza a embalagem para vender o produto. E o Japão utiliza a embalagem para criar diferenciação na gôndola”, explica. “Isso dá uma amostra do que podemos fazer no Brasil”.

 

Para Cachum, há um fato importante e outro lamentável. “Os brasileiros já copiaram os produtos chineses. Mas, esse conceito já mudou bastante. Hoje, as empresas nacionais têm tecnologia de altíssima qualidade para valorizar o produto feito no Brasil”, defende.

 

O Brasil tem potencial, mas Assunta acredita que ainda falta conhecimento para o maior desenvolvimento da indústria de embalagens. “É preciso estudar, aprender, entender mais sobre todos os aspectos que envolvem o desenvolvimento de uma embalagem. As empresas acabam optando por executar o mais fácil em vez de criar o seu próprio mercado”, acentua. 

 

 

 

 

    

 

        

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Garrafa para sabão em pó

Icone Design, Embalagem | Por Tatiana em 30 de junho de 2009

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Família de lava-roupas Q'Lar (Foto: Divulgação)

Família de lava-roupas Q'Lar (Foto: Divulgação)

A Design Inverso, de Joinville (SC), reformulou a linha de lava-roupas da Q´Lar, marca de produtos para o lar da Dupar, de Lages (SC), com uma novidade e tanto.

Além dos tradicionais pacotes de 1 kg e 500g em filme plástico, a família conta agora com uma embalagem reutilizável. Em forma de garrafa, o frasco evita a perda de qualidade do sabão em pó causada pela umidade.

A ideia é simples: quando o produto acaba, a nova embalagem pode ser reabastecida pelo refil. Segundo a agência, “o uso ficou mais eficiente e econômico com a tampa plástica dosadora”.

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A Huhtamaki Oyj anunciou a venda do negócio de embalagens de poliestireno expandido (EPS), em Albury, na Austrália, para a companhia australiana de embalagem Pact Group Pty Ltd. As vendas anuais dessa unidade vendida giram em torno de 7 milhões de Euros e ela emprega atualmente cerca de 40 pessoas. O valor da transação foi de 5 milhões de Euros. A unidade vendida atende o mercado de embalagem para alimentos frescos. “Essa transação faz parte do nosso planejamento estratégico de rever as operações de embalagens plásticas rígidas”, diz Jukka Moisio, CEO da Huhtamaki Oyj. “Nós vamos continuar revendo se vamos manter o negócio de embalagens rígidas na Europa e na Austrália”.

 

A Huhtamaki tem cinco plantas industriais na Austrália. Três delas estão localizadas nas cidades de Bankstown, Wacol e Mulgrave, com produção de embalagens plásticas rígidas. Em Windsor, a empresa produz embalagens plásticas rígidas e embalagens de papel para o mercado de foodservice, e em Preston, ela se dedica à fabricação de embalagens de polpa moldada, uma área estratégica da companhia.

 

 

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O interesse dos consumidores pelos alimentos orgânicos aumentou 5% durante os últimos três anos, apesar da recente crise econômica, de acordo com uma pesquisa nacional realizada pela Universidade de Oklahoma e o Instituto de Embalagem de Vidro. Em comparação com a pesquisa feita em 2006, os jovens consumidores mostraram maior interesse pelo consumo de alimentos orgânicos em comparação com a população total, respondendo por um índice de 57,8% ante 38% entre pessoas de 55 anos ou mais.   

De acordo com a votação, a maioria dos consumidores de consciência saudável acredita que o vidro conserva o sabor e o aroma (79,8%) e a pureza (77,3%) do alimento. O vidro também continua sendo a primeira escolha dos consumidores de orgânicos por causa da saudabilidade (77%), qualidade (67,7%), e maior shelf life (67,7%).

“O vidro é a escolha natural para produtos orgânicos, assim como alimentos e bebidas, já que não contém químicos nem toxinas, diz Joseph Cattaneo, presidente  do Instituto de Embalagem de Vidro. “As embalagens de vidro podem ser recicladas várias vezes sem perda da qualidade e da pureza. Toda vez que se recicla uma garrafa de vidro ou um pote, você ajuda a otimizar o uso de energia e salvar o nosso planeta. O vidro é bom para a saúde do consumidor e para o meio ambiente”.

A pesquisa foi conduzida por telefone pela Newton Marketing Research em conjunto com o professor Doyle Yoon, PhD do Colégio Gaylord de Jornalismo e Comunicação de Massa da Universidade de Oklahoma. A margem de erra é de ± 3.7%.

 

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O Blog da Pack acompanha o mercado de embalagens no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades e curiosidades que envolvem toda a cadeia produtiva do setor. Este espaço é um subproduto da revista e do site Pack, editados pela redação da Editora Banas.

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

MARGARET HAYASAKI

Formada em jornalismo pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Bauru) e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Faculdade Cásper Líbero, Margaret Hayasaki atua há 10 anos no jornalismo especializado em embalagem. Começou como redatora na revista Pack e hoje é editora-chefe.

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