Bunge estende embalagem biodegradável para toda produção de creme vegetal
Embalagem, Meio Ambiente | Por Tatiana em 27 de novembro de 2009
Três meses após anunciar o lançamento da primeira embalagem biodegradável, proveniente de fonte renovável, para alimento industrializado do Brasil, a Bunge já estende a utilização de potes biodegradáveis para toda a produção do creme vegetal Cyclus Nutrycell.
Iniciados há dois anos, os estudos da empresa para o desenvolvimento de uma embalagem diferenciada para o produto resultaram em potes fabricados com o moderno polímero PLA (sigla em inglês para poli-ácido lático), obtido a partir da fermentação do amido de milho, e que se decompõem em até 180 dias após descarte adequado.
A iniciativa surgiu como uma alternativa para a comercialização de produtos com foco nas melhores práticas de preservação ambiental, uma vez que a embalagem, além de biodegradável, é proveniente de fonte renovável.
O passo seguinte foi adaptar todo o processo industrial do creme vegetal Cyclus Nutrycell, permitindo à Bunge operar com os potes biodegradáveis em toda a produção.
“O consumidor brasileiro está cada vez mais informado e exigente quanto à atuação responsável das empresas e organizações. É preciso ir além do discurso, e oferecer a esse consumidor opções concretas de consumo sustentável. Por meio da embalagem biodegradável, unimos a saudabilidade, característica da linha Cyclus, à responsabilidade ambiental. É um ciclo ideal que, além de revolucionar o mercado brasileiro de alimentos, consolida, mais uma vez, a política de sustentabilidade e preservação do meio ambiente da Bunge no Brasil”, destaca Rosa Nascimbeni, gerente de Marketing da Bunge.

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.
